quinta-feira, maio 24, 2012

Douro - Adega Vila Real Caves Vale do Rodo

DOC Branco Grande Reserva 2009

Enólogo: Rui Madeira, Luís Cortinhas

Castas: Viosinho, Malvasia Fina, Fernão Pires

Características
Cor: Amarelo citrino, aspecto cristalino

Aroma: Predominantemente citrino, notas de frutos de polpa branca, vegetal suave, muito mineral, cativante

Sabor: Fresco e com uma acidez vibrante, bom corpo e volume, madeira bem interligada, final persistente e harmonioso

€: 5.55

Classificação: 17.5 Pts

Revista Paixão Pelo Vinho

Cabernet Sauvignon

A sua linhagem está firmemente enraizada nos solos de gravilha do Médoc, no coração de Bordéus. Rainha das uvas pretas, as Cabernet Sauvignon conquistaram vinhas em todo o mundo sem perder o carácter clássico que as tornou tão conhecidas.

Origens francesas

Bordéus, em especial a margem esquerda do rio Gironde, desde o Norte de Médoc, até Graves. (Na margem direita tende a desempenhar um papael secundário relativamente à Merlot)

Locais em que é cultivada

Um pouco por todo o lado, apesar de não ter feito incursões bem sucedidas nos climas mais frescos do Norte da Europa

Notas aromáticas

Nos climas mais quentes, quase todos os frutos vermelhos - tradicionalmente as groselhas negras (talvez com a maior evidência nos melhores vinhos do Chile), mas também ameixas pretas, amoras, damascos, etc. Possui frequentemente uma nota distinta de hortelã-pimenta ou mesmo eucalipto, especialmente em algumas regiões da Austrália e do Chile. Os climas mais frescos podem originar um toque de amargor, muitas vezes misterioso como pimenta verde moída. Os tratamentos em carvalho realçam geralmente a austeridade mineral do vinho, que no Bordéus se assemelha ao odor das caixas de charutos, madeira de cedro - ou a que melhor se identifica - aparas de lápis. Após alguns anos de engarrafamento pode adquirir aromas como caça bem curtida, tomate cereja, cabedal morno, chocolate preto ou mesmo quentes especiarias indianas como cardamomo, enquanto a fruta primária começa a saber mais a fruta de conserva

segunda-feira, maio 21, 2012

Burmester Quinta do Arnozelo

Porto Vintage 2009

Enólogo: Pedro Sá

Características
Cor: Púrpura, denso

Aroma: Intenso, notas de frutos do bosque e frutos pretos, com destaque para as amoras, ameixa preta, cerja preta e cassis, toque de chocolate

Sabor: Encorpado, muito frutado, rico, com taninos seguros, revela complexidade que vai perdurar no tempo, termina persistente

Classificação: 17 Pts

€ 42.00

Revista Paixão Pelo Vinho

domingo, maio 13, 2012

Alentejo - Herdade Grande

Reg Colheita Seleccionada branco 2010

Enólogo: Luís Duarte

Castas: Antão Vaz, Arinto, Roupeiro

Características
Cor: Amarelo citrino com laivos esverdeados, limpo e cristalino

Aroma: Frutos cítricos e ligeira tropicalidade, notas de pêra e ameixa branca, apontamento vegetal, e nuances de mineralidade

Sabor: Mais intenso, revela bem o perfil frutado, possuí uma acidez consentãnea, encorpado, jovem e fresco, termina longo e sedutor

Classificação: 16,8 Pts

€: 6,15

Revista paixão Pelo Vinho

Douro - Quinta da Revolta

Quinta da Revolta DOC tinto 2007

Enólogo: Gabriela Canossa, Vítor Carvalho

Castas: Tinta Francisca

Características
Cor: Rubi escuro, limpo

Aroma: Suavemente frutado, com notas de amoras, chocolate e folha de chá em maior destaque, elegante e harmonioso

Sabor: Intenso, redondo, com óptima acidez, amoras, ligeiramente apimentado, suaves notas de tabaco, deixa um belo e persistente final de boca

Classificação: 17,0 Pts

€: 12.00

Revista Paixão Pelo Vinho

Alentejo - Tinto da Ânfora Grande Escolha Tinto 2008


Castas: 60% Aragonez, 30% Touriga Nacional e 10% Syrah 
Grau: 14% Vol. 

Vinificação: Uvas vindimadas manualmente. Fermentaram-se as castas separadamente, em lagares, seguindo-se uma vinificação tradicional com pisa. 

Estágio: 18 meses em barricas novas de carvalho francês e americano. 

Notas de prova: De cor muito profunda, muito rico e concentrado nos aromas e sabores, com notas de ginja e ameixa, combinadas com nuances tostadas e abaunilhadas bem integradas sobre uma estrutura firme e elegante. Complexo e longo, apresenta grande potencial de guarda. 

Gastronomia: Pratos de carne elaborados. 

Temperatura de Serviço: 16 - 18 °C

Beber Vinho com as Refeições - Marisco


Ostras

Os companheiros clássicos dão o champanhe, o Muscadet ou o Chablis. A maioria dos Sauvignon não fermentados em carvalho também constituem uma opção estimulante



Vieiras

Simplesmente ao vapor ou salteadas, este muito requintado espécime de molusco necessita de um branco suave e leve - um Côte Chalonnaise borgonhês, um alemão meio seco ou um Riesling neozelandês, um Chardonnay do Alto Adige - tornando-se proporcionalmente mais rico, quanto mais cremoso for o molho



Lagosta

Servida fria em salada, requer um branco acre com alguma acidez, como o Pouilly-Fumé, o Vouvray seco, o Chablis, o Chenin Blanc da áfrica do Sul ou o Riesling australiano. Servida quente, como prato principal (ex: à Thermidor), necessita de um vinho opulento e encorpado - Meursault, Chardonnay da Califórnia ou do Sul da Austrália, Pinot Gris da Alsácia, ou talvez um dos brancos mais importantes do Ródano como o Hermitage

sexta-feira, maio 11, 2012

Pêra-Manca tinto

Pêra-Manca vinho tinto

Denominação de Origem: Alentejo-Évora

Castas: Trincadeira e Aragonez

Características: Apresenta cor granada, com aroma fino e complexo a fruta madura, confitada e especiarias.
Na boca é volumoso com taninos firmes e macios, terminando com grande persistência.

7 - Do Império Romano à UE

Da Antiguidade ao século XX foi lenta a evolução da vitivinicultura, que atravessou mesmo longos períodos de depressão. Das origens até à época de máximo explendor do Império Romano, que gradualmente se estendeu por quase todas as terras então conhecidas na Europa e no Médio Oriente, a vinha foi ampliando a sua predominância na agricultura, na ecomnomia nos custumes dos povos mediterrânicos. Com a decadência do Império, verificou-se um declínio rápido e não só da viticultura como de toda a agricultura, cujo ponto mais baixo é assinalado pela queda de Roma e as invasões bárbaras. Nessa altura, foi preciosa a obra das ordens monásticas, especialmente dos beneditinos e cistercienses, que, recolhidos nos seus conventos, conservaram e mantiveram viva durante séculos a arte agrícola, e nomeadamente a produção do vinho. Sob Carlos Magno, cerca de 800 d.C., com a reconstrução do Sacro Império Romano, a vinha conheceu melhores dias. Na Europa liberta das hordas bárbaras, os viticultores puderam dedicar-se sem perigo às suas culturas. Com o ínicio do Renascimento, até a vinha e o vinho refloriram, como aliás toda a civilização europeia, desperta para um novo esplendor em todos os campos, principalmente na arte e na ciência. A descoberta da América abriu à vinha as portas do mundo inteiro. O flagelo da filoxera, que quase destruiu a cultura da vinha na Europa nos finais do século XIX, foi vencido graças à contribuição da viticultura do novo continente, a América. O papel da vinha na economia agrícola mundial assumiu novas dimensões e criou novos problemas. A produção e o comércio do vinho tornaram-se um facto moderno e internacional, como qualquer outra actividade económica. Finalmente, a nova realidade da Europa, a Comunidade Económica Europeia, com todos os seus textos legislativos, nos quais a antiga vitivinicultura recebe a consagração e um enquadramento adequado.

quinta-feira, maio 10, 2012

Terrazas de los Andes - Vinhos

Terrazas de los Andes Reserva Torrontés

Provavelmente a casta de maior tipicidade na Argentina, e que apenas poderá ser encontrada neste país. O vinho é um exaltar de sensações aromáticas e gustativas, que o difícil é não provar

Terrazas de los Andes Reserva Malbec

Da escolha cuidada de uvas da casta Malbec nesca este Reserva profundo e intenso em aromas de frutos vermelhos, combinados com especiarias e chocolate negro. A expressão máxima da casta que ganhou notoriedade na Argentina

Terrazas de los Andes Reserva Chardonnay

Estrutura e untuosidade são os atributos deste Chardonnay muito especial

Terrazas de los Andes Afincado Malbec

Vinho de Quinta produzido apenas em anos de excelência em quantidades muito limitadas. As melhores uvas da casta Malbec desenha um vinho imponente e guloso. Um apelo aos sentidos


Cheval des Andes

É da parceria entre Pierre Lurton, director de enologia no Châteaux Cheval Blanc e presidente do Châteaux d'Yquem, e Nicola Audebert, director de enologia de Cheval des Andes, que é criado este vinho ímpar. Cheio, complexo, exuberante e intenso de aromas. Na boca mostra-se elegante e untuoso. Um verdadeiro "Châteaux" desenhado na América Latina

Terrazas de los Andes - Vinho Argentino / Um pouco de História

                          

No final dos anos 50, a Moët & Chandon, associada do grupo LVMH (Louis Vuitton Moët Hennesy Group), enviou Renaud Poirier, o seu Director de Enologia para a América Latina à procura de regiões com potencial para a produção de vinhos de grande qualidade. Depois de conhecer várias regiões, Poirier visitou Luján de Cuyo, em Mendoza. Altamente impressionado pelas condições do local para a produção de vinho, Poirier e M&C decidiram adquirir a sua primeira propriedade fora de França. Após décadas de experiência, em 1999 nasceu a adega Terrazas de los Andes, especializada em vinhos monovarietais de excelência. Para tal, cada uma das castas está plantada à altitude ideal que assegura as melhores condições para a maturação da uva e para a concentração e estrutura do vinho.

Tapada do Barão Colheita Seleccionada

Vinho Tinto Colheita Seleccionada

Denominação de Origem: Vinho Regional Alentejano

Castas: Aragonez, Trincadeira, Castelão e Cabernet Sauvignon

Características: Cumprida a pisa mecânica pré-fermentada e muito prolongada, partimos para a fermentação em tanques de mármore alentejano. A fermentação maloláctica foi efectuada em balseiros de carvalho françês, seguida de  um estágio de quatro meses em tonéis e barricas de carvalho Allier, de grão fino e tosta média.

Poliphonia Tinto Reserva

Vinho Tinto Reserva 
Denominação de Origem: Vinho regional Alentejano

Castas: Aragonez, Trincadeira, Syrah, Alicante Bouschet e Cabernet Sauvignon

Características: Um bom tinto e melhor alentejano. Fruto de quatro castas e maturação em cascos de carvalho françês. A sua fácil apreciação e elevada frescura fazem  dele a opçã perfeita para quem gosta de um vinho elegante para acompanhar uma refeição inspirada. A fermentação alcoólica processou-se em tanques de mármore de elevada inércia térmica e geometria larga e baixa para maximizar a extracção de taninos e aromas. Seguiu-se a fermentação maloláctica em balseiros de carvalho françês e um estágio de doze meses em toneis e barricas de carvalho Allier de grão fino e tosta média.

Beber Vinho com as Refeições - Entradas

Sopas - Em geral, os caldos são mais agradáveis sem vinho, embora os cremes contendo natascombinem bem com os tipos mais elaborados de espumante, como o champanhe blanc de noirs. Um pequeno copo de um vinho encorpado com sabor a nozes ou âvelas, como o xerez amontillado ou o madeira Sercial, é um bom parceiro para um consommé de carne. As sopas mais encorpadas, como as de legumes, podem melhorar com um tinto italiano para dar ínicio a um jantar de Inverno.
Pastas de Peixe - Os ideais são os brancos leves e secos, não muito frutados: o Chablis, o Pinot Blanc da Alsácia, o Muscadet sur lie, o alemão Riesling Kabinett ou o jovem Viura de Navarra. Mas com os peixes mais gordos como a cavala, sirva algo mais robusto, como o jovem Rioja ou o xerez fino.
Pastas de fígado de galinha ou porco - Opte por um, branco de aroma estimulante, um Gewürztraminer da Alsácia, um Fumé Blanc da Califórnia, um Hunter Velley Sémillon, ou um tinto suave, semileve, como o Valpolicella, o Valdepeñas, um Beaujolais cru leve como o Brouilly, ou um Chiroubles com dois anos ou um Sancerre tinto
Mariscos - Praticamente qualquer branco seco e vivo servirá , a Sauvignon Blanc é uma boa casta a escolher, mas evite vinhos com forte sabor a carvalho. Opte por uma acidez elevada se os servir com maionese
Massas - Ficam efectivamente melhor com vinhos italianos. Escolha um branco concentrado como o Vernaccia, o Arnreis ou o bom Soave para molhos à base de natas ou com marisco. Os tintos leves a semiencorpados de castas de uva naturais da região funcionam melhor com molhos à base de tomate.

Beber Vinho com as Refeições - Aperitivos

Aperitivos

Os dois clássicos (e melhores) estimulantes do apetite são os vinhos espumantes e o xerez seco. Escolha um champanhe leve, que não seja muito antigo (blanc de blancs é um estilo particularmente bom para dar ínicio às coisas), ou um dos espumantes mais leves. Se estiver a servir aperitivos muito condimentados, azeitonas ou frutos secos antes da refeição, é preferível o xerez seco. Sirva sempre uma garrafa de bom fino ou manzanilla aberta no momento. O kir voltou a estar muito em voga: adicione um pouco de licor de cassis ou outro licor de groselhas negras a um copo de branco seco e fresco (classicamente, Bourgogne Aligoté) ou a um espumante bruto para obter Kir Royale.

Beber Vinho com as Refeições

Combinar o vinho adequado com o prato apropriado pode parecer uma complexa tarefa gastronómica, mas existem princípios gerais que se podem aprender facilmente. Além disso, muito poucos erros resultam em rotundos falhanços.

Em determinada altura, as regras para a escolha dos vinhos que acompanhavam as refeições pareceiam confortavelmente simples. Tratava-se apenas de ter em mente: vinho branco para o peixe e aves, vinho tinto com carne de vaca ou borrego e queijo, xerez para aperitivo e porto para terminar. Em anos mais recentes, essa visão complicou-se consideralvelmente, embora os seus princípios essenciais se tenham, na sua maioria, mantido intactos. Actualmente, existem revistas que organizam provas para descobrir vinhos que condigam com uma variedade de pratos cada vez mais exóticos. As excepções às regras originais continuam a multiplicar-se. Seguem-se algumas linhas gerais de orientação incluíndo umas quantas sugestões menos óbvias que talvez não lhe tenha ocorrido. Na melhor das hipóteses, uma boa parceria entre o vinho e a refeição conduz a algo melhor que a soma das partes. Na pior, uma refeição muito condimentada pode destituir o vinho de alguma da sua complexidade, e fazê-lo parecer com um paladar algo vulgar, um fenómeno que se torna angustiante na proporção directa do seu custo. Mas, em geral, pode dar-se ao luxo de ser corajoso: são muito poucas as combinações que chocam.

Chardonnay

A Chardonnay viajou desde a Borgonha, sua terra de origem, para o resto do mundo para se tornar na casta mais procurada de uvas brancas. Este camaleão das uvas molda-se à vontade do produtor, proporcionando uma variedade de tipos de modo a agradar a todos os paladares.

Origens Francesas
Quase todos os vinhos brancos da Borgonha, do Chablis ao Beaujolais. Champanhe, onde integra cem por cento dos vinhos rótulados blanc de blancs. Pode aparecer como vin de pays rotulado como varietal por todo o sul, especialmente no Languedoc e também no Loire

Em que outros locais é cultivada?
Onde quer que a videira cresça

Notas aromáticas
Vinho leve e não madeirizado, ex: Chablis, - maçã ácida, limão, por vezes pêra.
Levemente madeirizado, ex: Ruly, St-Véran - manteiga derretida, maçã assada, noz moscada, flocos de aveia
Fortemente madeirizado, ex: Meursault, Chardonnay australiano clássico - baunilha, bolo de limão, caramelo, pralina, gordura de bacon, fumo de madeira

quarta-feira, maio 09, 2012

6 - O comércio do vinho

6 - O comércio do vinho

Em 1500 a.C. já os fenícios percorriam o Mediterrâneo transportando nas suas naves o vinho produzido na Grécia, em Itália, em Espanha. Depois dos fenícios, os gregos, que descobriram a Península Itálica por volta do século VIII a.C. e nela estabeleceram as suas próprias colónias, prósperos empórios comerciais, a Grande Grécia, cujo protagonista era o comércio do vinho. Na colónia de Síbaris, por exemplo, parece que já nessa época existiam "enodutos", condutas de argila para transportar o vinho das adegas ao porto, de onde era expedido para os países que dele necessitavam. O comerciante Geliaso Tellias dispunha de uma adega com 300 tonéis de 100 ânforas e uma outra de 1000 ânforas, mais de 400hl. O vinho era, portanto, exportado e importado desde a Idade do Ferro, principalmente em troca de bens de primeira necessidade, e constituia uma actividade económica importante para muitas cidades do Mediterrâneo. É significativo o facto de, desde o início, e durante milénios de comércio de vinho ter estado o viticultor-vinificador praticamente dele ausente, sendo este preponderante o papel do mercador, cidadão empreendedor, eventualmente dotado de uma organização técnica, comercial e financeira específica. É necessário esperar pela Idade Moderna, talvez pelo século XVII, para encontrar os primeiros sinais consistentes de uma organização comercial de viticultores-vinificadores, geralmente sob a égide de grandes propriedades pertencentes a nobres ou ainstituições religiosas. è só no final do século XIX que se verifica a presença directa, nos grandes mercados vinícolas de um novo tipo de operador agrícola, ou seja a empresa colectiva de viticultores-vinificadores: a adega cooperativa.

5 - O vinho na economia e na política

Imperador Trajano
5 - O vinho na economia e na política

Ao imenso espaço que a vinha e o vinho ocupam nos diversos aspectos da convivência social dos povos mediterrânicos corresponde a incidência igualmente importante da vitivinicultura na economia e na política. A vinha seguiu a expansão da civilização mediterrânica até ao Médio Oriente, à Grécia, a Roma, e acompanhou constantemente a expansão do Império Romano na Península Itálica, na Ilíria, na França, na Alemanha, na Península Ibérica. Grande parte da população agrícola assegurava o seu sustento através da vinha, da oliveira e dos cereais, para além da pastorícia. Os períodos de prosperidade ou de decadência da vinha coincidiam frequentemente com os períodos de prosperidadde ou decadência das diversas regiões do Império e do próprio Império. Foi o que sucedeu quando a vinha, primeiramente cultivada pelos soldados romanos nas terras recebidas como recompensa, foi entregue aos cuidados dos escravos e dos libertos e mais tarde cultivada pelos "servos da gleba", sobrecarregados pelos impostos destinados a manter o gigantesco aparelho burocrático do Império de Diocleciano e de Trajano. Há mais de 2000 anos que a importância da viticultura torna necessária uma regulamentação rigorosa para a produção e o comércio do vinho, disposições severas contra as fraudes, medidas de limitação do cultivo da vinha nos períodos de grave crise de excedentes, organizações de mercado, enquanto vinho - "nil novi sub sole" - se mantém como uma fonte inesgotável e insubstituível de receitas fiscais. Podem citar-se , a título de exemplo, a lei romana das XII Tábuas de 450 a.C., que continha disposições relativas à poda; o Edicto de Domiciano de 92 a.C., que limitava o cultivo da vinha (revogado por Probos dois séculos mais tarde); as reformas de Diocleciano, que vinculavam os trabalhadores agrícolas à terra; o Edicto de Rothari de 643 d.C.; o capitular "de Villis" de Carlos Magno, que remonta a cerca de 800 d.C. e que relançava a cultura da vinha, e inúmeros outros documentos de todas as épocas, relativos principalmente aos impostos e às fraudes.

4 - O vinho na alimentação mediterrânica

4 - O vinho na alimentação mediterrânica

Ao mesmo tempo, o vinho entra nos hábitos alimentares das populações. Doce ou alcoólico, proporcionava não só um nutriente energético que completava a frugal alimentação da época, mas também, ou talvez, sobretudo, euforia, alegria e para os mais abastados, novos prazeres da mesa.
É legítimo pensar-se que o sucesso desta bebida mágica, descoberta, segundo a tradição bíblica por Noé, se deva tambem às poucas possibilidades alternativas de evasão que existiam para as massas populares até há poucas dezenas de anos. Com efeito, no tempo dos gregos, dos egípcios e dos romanos, não havia cinema, automóveis, rádio, televisão, discotecas, romances de todo o tipo, decalcomanias, banda desenhada, jornais, tabaco, fins-de-semana e por aí adiante.
Por essa razão, embora o poder se preocupasse em oferecer oa seus súbditos "panem et circenses" e os antigos não se aborrecessem talvez mais do que o homem contemporâneo, a mesa, a comida, o vinho constituíam um dos prazeres essenciais da vida e um símbolo da posição social.
O vinho e o pão tornaram-se, pois, um recurso fundamental da agricultura, uma base insubstituível da alimentação das massas populares, um símbolo de hospitalidade. Mais tarde viriam assim, com boas razões, a ser solenemente consagrados pelo cristianismo, no mistério da Eucaristia. Mas sobretudo, mais do que qualquer outra bebida, fermentada ou não, é o vinho que, com as suas diversas qualidades e propriedades, oferece uma variedade de escolhas, de oportunidades, de interesses, que aproximam os humildes e os ricos de todos os tempos. Muitos são os nomes de vinhos que se tornaram célebres, dando a este produto um lugar de destaque na gastronomia, que o distingue de qualquer outra bebida.
Na Hélade, por exemplo, podem citar-se os vinhos de Quios, Cós, Pramos, Chipre, Lesbos, Rodes, Samos, Heracleia, em Itália, o Marmetino, o Cecubo, o Falerno, o Retico, e o Picerno, em França, os vinhos de Narbonne e da Provença, na Alemanha, os vinhos do Reno e da Mosela, em espanha, os de Tarragona e das Baleares. Não faltam, desde a antiguidade, vinhos especiais, com mirra, com mel, com rosas, o arrobe e o vinho de absinto, antepassado do vermute. O tradicional consumo do vinho nas tabernas, previlégio reservado aos homens, é progressivamentensubstituído, com a subida do nível de vida das populações e a evolução dos costumes sociais, especialmente nos últimos séculos, pelo consumo em casa e nos restaurantes. Impõe-se a garrafa, versão moderna do antigo e indissociável binómio "vinho-vidro".

3 - Uma sociedade e uma paisagem vitícolas

3 - Uma sociedade e uma paisagem vitícolas

A vinha e o vinho não se limitaram a impregnar a cultura destes países, contribuiram também, através dos tempos , para definir o tipo de sociedade.

A videira é, por excelência, uma planta colonizadora, que obrigou o homem a fixar-se à terra, a põr fim às suas migrações, a passar do nomadismo à criação de centros habitados, a trocar a caça e a pesca pela agricultura mais desenvolvida. Plantar uma vinha significa escolher um lugar para viver de forma estável, por muitas dezenas de anos, construíndo casas e criando povoações, equipamentos, infra-estruturas, assumindo assim um compromisso muito mais vinculativo do que na agricultura primitiva da pastorícia e da cultura sazonal dos cereais.
Foi assim que o cultivo da vinha marcou uma viragem na hisstória dos povos e contribuiu directamente para a configuração de novas paisagens agrárias, as que ainda hoje podemos ver em França, na Grécia, em Itália, em Espanha, em Portugal, no Luxemburgo, na Alemanha e em toda a região mediterrânica da União Europeia: enforcados, ramadas, bardos inclinados, casas rurais, adegas, algumas das quais cooperativas, pequeno artesanato (tanoaria, ferramentas).

2 - O vinho na civilização europeia

2 - O vinho na civilização europeia

Desde essa época, (Idade do Bronze) a vinha e o vinho impregnaram a história da humanidade não só no território que é hoje a União Europeia, mas em toda a bacia mediterrânica.

A marca milenária da vinha e do vinho transparece na mitologia, na pintura, na escultura, na poesia, nos costumes, nos hábitos alimentares, no comércio, na medicina, na própria religião e civilização das populações euromediterrânicas. Será necessário recordar o deus Baco (ou Dioniso) tantas vezes representado e cantado, esculpido até por Miguel Ângelo? O mobiliário dos túmulos etruscos, os frescos de Pompeia alusivos ao vinho, os quadros de Rubens, Velázquez, Murillo, Le Nain, Jordaens e dos mestres flamengos, as ruínas das antigas tabernas romanas, os armazéns de vinho de Óstia, os mosaicos bizantinos, a obra das ordens monásticas na Idade Média, a história de Heródoto e Tácito, os versos de Homero, Anacreonte, Horácio, Omar Khayyâm, Rabelais, Baudelaire e Carducci, os escritos geórgicos de Plínio, Columela e Catão, as receitas médicas da Escola de Salerno, os cantos populares, as citações bíblicas da vinha e a simbologia cristã com ela relacionada?
Tudo fala da vinha e do vinho na história dos países mediterrânicos da Comunidade: os museus, as bibliotecas, as pinacotecas, os teatros, a arqueologia, a arquitectura.

Breve panorâmica da história da vinha e do vinho / 1 - As Origens

1 - As Origens

A videira, essa planta tão rica de história, de tradições culturais, de significado económico e social, é uma espécie vegetal autóctone, da área geográfica da União Europeia.

Embora existam indicios, no período terciária (pliocénico: 1-10 milhões de anos a.C.), da existência do género Vitis na Ásia Menor, na Europa Oriental e até mesmo na América, o certo é que a Vitis silvestris fazia parte da flora espontânea da Grécia, Itália, França, Alemanha e Espanha desde o início do quartenário (0,6-1 milhão de anos a.C.), enquanto a Vitis vinifera (ou V. sativa) era de certeza cultivada na idade do bronze (1500-3000 a.C.) no Egipto e nas ilhas do Mar Egeu, que hoje fazem parte da Grécia e, a partir da idade do ferro (1000-1500 a.C.), em Itália e em outras regiões da Europa ainda hoje vitícolas.

A estes vestígios da Vitis vinifera encontram-se assocoados, ainda na idade do bronze, os do vinho, sob a forma de recipientes diversos (tonéis, vasilhas de barro, ânforas, garrafas, copos, taças, cálices), prensas e adegas

terça-feira, maio 08, 2012

Robert Mondavi - Vinhos

Opus One
Considerado o vinho mais prestigiado nos Estados Unidos da América, Opus One nasceu da união entre a família Mondavi e o Baron Philippe de Rothschild, e combina o savoir-faire de Bordéus com a criatividade da Califórnia. O primeiro Opus One nasceu em 1979, e com a colheita de 1985 tornou-se o primeiro vinho da Califórnia "ultra-premium" nos mercados de França e Inglaterra

Woodbridge Chardonnay
Um clássico. Vibrante de aromas, apresenta uma combinação da fruta com o carvalho americano que apenas os grandes enólogos conseguem atingir

Woodbridge Cabernet Sauvignon
Todo o carácter do Cabernet num tinto de taninos maduros e redondos, bem afinados pela barrica, num perfil suave e atractivo

Woodbridge Zinfandel
Uma casta diferente, que ganhou notoriedade na Califórnia. Resulta num vinho muito frutado e especiado, de corpo médio e muito macio

Robert Mondavi Private Selection Cabernet Sauvignon
Mondavi criou um verdadeiro império no mundo dos vinhos, e seu nome é associado a vinhos excepcionais. Este Private Selection, criado para celebrar a diversidade das regiões produtoras californianas, resulta num vinho com excelente profundidade e persistência, que prova isso mesmo

Robert Mondavi - Vinho Americano - Um pouco de História

Se houvesse que apontar a pessoa a quem os vinhos da Califórnia mais devem o seu sucesso internacional, essa pessoa seria certamente Robert Mondavi. O pai de Mondavi veio de Itália para a Califórnia em 1906 e desde logo começou a fazer vinhos licorosos. Após o fim da lei seca, e já com o filho Robert a ajudá-lo, saiu de Central Valley para Napa Valley onde começou a fazer vinhos de mesa com as variedades de videira "selvagem" que então se utilizavam na região. Em 1966, e após uma visita a Bordéus, Robert Mondavi apaixonou-se pela uva Cabernet Sauvignon, construíu uma adega e montou o seu negócio. Aí foi pioneiro, apostando em técnicas modernas de viticultura e enologia para fazer vinhos de qualidade, quase sempre monovarietais de Cabernet Sauvignon e, mais tarde, Chardonnay. Depois disso, a história do vinho da Califórnia nunca mais foi a mesma.

Penfolds - Vinhos

Penfolds Grange Shiraz
Desde os anos 50, o Grange mantém o lugar de mais prestigiado vinho Australiano. Hoje é um vinho de renome internacional, em que cada colheita é esperada com impaciência por apreciadores de todo o mundo

Magill Estate Shiraz
Este vinho foi desenvolvido depois de Magill Estate ter escapado ao desenvolvimento urbano, com o objectivo de criar um Single Vineyard que mostrasse o carácter do terroir mas num estilo mais elegante que a maioria dos Penfolds

BIN 707
 Em 1964, o Bin 707 foi o primeiro lançamento de um Cabernet Sauvignon  da Penfolds. Hoje é visto como a versão "Grange" desta casta, alcançando o topo nos Cabernet australianos

Penfolds RWT
 O desenvolvimento do tinto RWT (Red Winemaking Trial) reflecte um progresso extraordinário na viticultura e na enologia, duas disciplinas interligadas e sinérgicas. Desta filosofia nasce um vinho com personalidade, capaz de se afirmar perante o mais exigente enófilo

St. Henry Shiraz
Considerado um dos mais importantes e distintos vinhos australianos, mostra a expressão única do Shiraz envelhecido em tradicionais pipas grandes de carvalho. Profundo, elegante e inesquecível. Um grande Shiraz

BIN 407
Iniciado na colheita de 1990, o Bin 407 reflecte a intenção da Penfolds em produzir um grande Cabernet. A criteriosa selecção da casta e um estágio de 12 meses em carvalho françês e americano contribuíram para essa realidade

Koonunga Hill Chardonnay
Chardonnay com 6 meses de estágio em barricas de carvalho françês, este branco é macio e complexo, com uma acidez subtil no final refrescante




Penfolds - Vinho Australiano - Um pouco de História

Em 1844, o médico inglês Dr. Christopher Rawson Penfold estabeleceu-se na Austrália. Grande defensor das virtudes terapêuticas do vinho no tratamento da anemia, trouxe algumas cepas oriundas do Sul de França, que plantou na sua propriedade de Magill. Essa vinha foi o princípio de um empreendimento que conduziu a Penfolds à liderança na produção de vinhos na Austrália. Um dos responsáveis por essa notoriedade foi o enólogo Max Schubert que, em 1950, criou o Grange Hermitage, com uvas Shiraz. O Grange é hoje um dos grandes vinhos do Mundo. A Penfolds conquistou um enorme prestígio internacional, sobretudo com os tintos produzidos com uvas Cabernet Sauvignon e Shiraz. Hoje, John Duval é o enólogo que interpreta na perfeição a filosofia Penfolds: "o estilo certo, as uvas certas, a madeira certa e o momento certo para o engarrafamento - juntamente com um pouco de paciência"

segunda-feira, maio 07, 2012

Herdade São Miguel Reg tinto Reserva 2009

Herdade São Miguel Reg tinto Reserva 2009

Enólogo: Nuno Franco

Castas: Alicante Bouschet, Aragonez, Cabernet Sauvignon

Características:
Cor: Rubi intenso, limpo

Aroma: Notas balsãmicas evidentes, fruta preta de boa qualidade, groselhas pretas, fumo, apara de lápis, toque vegetal, alguma presença de especiarias, madeira bem integrada

Sabor: Mostra bom corpo e volume, tem boa acidez, é harmonioso e equilibrado, taninos elegantes e firmes, deixa notas de chocolate e um toque mentolado, termina longo e sedutor. Tem um longo futuro pela frente

€ 15,50

Classificação: 16,5 Pts

Revista Paixão Pelo Vinho

domingo, maio 06, 2012

Bowmore Whiskies


Bowmore Islay Single Malt Tempest 10 Anos

Rico e com notas de turfa, é envolvente com o seu original perfil fumado. Um grande whisky, ao qual não vai ficar indiferente






Bowmore Islay Single Malt 25 Anos

Com uma pureza soberba, é sem sombra de qualquer dúvida um dos melhores maltes disponiveís no mercado

Bowmore Whiskies

Bowmore Islay Single Malt 12 Anos

Durante 12 anos envelhece em cascos decarvalho americano usado em Bourbon. Cor dourada e quente, aroma a turfa e sal marinho, com bouquet de limão, sabor a chocolate, pêra e mel com notas de fumo

Bowmore Islay Single Malt Darkest 15 Anos

Tem um aroma a chocolate negro e passas. No paladar estão presentes, notas de caramelo, apresenta um final robusto e sugestões de xerez

Bowmore Islay Single Malt 18 Anos

Complexidade impressionante. Impossível ficar indiferente a este grande whisky de malt

Bowmore Islay Single Malt Whisky - Um pouco de História

Na costa Oeste da Escócia, a Ilha de Islay é um local pacifíco, envolto na bruma que alimentou lendas fantásticas. A destilaria Bowmore está em laboração desde 1779 e é uma das poucas que ainda utiliza métodos antigos para fazer um whisky muito especial. A cevada é mexida pelo "Maltman", com pás de madeira, durante o processo de geminação, exactamente como as suas gerações anteriores fizeram no passado. A água vem do rio Laggan que corre sobre turfa, absorvendo os seus aromas e sabores, a mesma turfa que ao arder, dá ao whisky Bowmore as notas de fumo e sal que o distingue.

Henkey Bannister - Whiskies

Hankey Bannister Original

Possuí uma percentagem elevada de malte que fornece este clássico blend um sabor rico e cheio com um final agradável e duradouro

Hankey Bannister 12 Anos

Tem um aroma suavemente doce com notas de baunilha e madeira. Na boca é encorpado, equilibrado e macio, sugerindo tosta e turfa

Hankey Bannister 21 Anos

Um Whisky Premium, macio e complexo.
Muito aromático e intenso. Um clássico!

Hankey Bannister Blended Scotch Whisky - Um pouco de História


Pertencente ao grupo Inver House, Hankey Bannister é um whisky de qualidade superior, com uma longa e distinta história. Hankey e Bannister deram início à sua parceria em 1757, estabelecendo-se rapidamente como fornecedores das mais conceituadas bebidas espirituosas. Os seus consumidores exclusivos incluíam os Reis George V e Edward VII, bem como Sir Winston Churchill. Durante muitos anos foi fornecido a uma clientela exclusiva, que apreciou o seu carácter suave e excelência de paladar. Hoje, Henkey Bannister mantém a sua proeminência como uma das melhores marcas de whisky escoçês e é exportado para mais de oitenta países em todo o mundo. Hankey Bannister é o casamento dos melhores whiskies de malte das Highlands (sobretudo da região de Spey), com whiskies "grain" seleccionados.

Curto / Decantação / Defecação / Denominação de Origem

Curto

Vinho cujo gosto não persiste, quase sem final de boca

Decantação

Processo no qual o vinho é vertido para debntro de um recipiente próprio - Decanter - com o objectivo de o separar dos sedimentos que se depositaram no fundo da garrafa. Esta operação também permite deixar o vinho respirar. Geralmente são decantados vinhos tintos velhos

Defecação

Operação que permite eliminar as borras presentes no mosto

Denominação de Origem

Conceiro aplicado a certos vinhos, cujas originalidade e individualidade estão ligadas a certa região. As castas usadas, os métodos de vinificação e as características organolépticas são alguns dos elementos cujo controle permite a atribuição da Denominação de Origem

Corpo / Cromatografia / Cruzeta / Curtimenta

Corpo

Termo que descreve a sensação de peso e consistência do vinho na boca: com estrutura e caracter, Veja também encorpado

Cromatografia

Método de análise que permite verificar a composição dos vinhos e realizar controlos de qualidade

Cruzeta

Forma de condução das vinhas em que estas são dispostas em fileiras de cruzes, com cerca de dois metros de altura, sobre cujos braços são estendidos arames. As videiras são plantadas junto à base das cruzes, desenvolvendo-se depois ao longo dos arames

Curtimenta

Técnica de vinificação geralmente usada para a obtenção dos vinhos tintos, em que o mosto fermenta em contacto com o bagaço

sábado, maio 05, 2012

Old Pulteney -Whisky

Old Pulteney 12 Anos

Elaborado tradicionalmentecom técnicas já abandonadas por outras destilarias, o prestigio e qualidade do Old Pulteney 12 Anos são comprovados pelos inúmeros prémios arrecadados em competições internacionais

Old Pulteney 17 Anos

O envelhecimento parcial em barricas utilizadas em xeres traz profundidade e complexidade a este whisky. Muito suave, tem aromas do malte em evidência e leve apontamento salgado


Old Pulteney 21 Anos

Também envelhecido em barris de carvalho americano utilizados na produção de xerez, envole numa nova dimensão de complexidade, carácter e profundidade. Soberbo

Old Pulteney 30 Anos

Envelhecido durante trinta anos, mostra que vale a pena esperar por ele. É um single malte de paladar único a mel, limão e especiarias. Único, surpreende com o seu longo final, levemente salgado

Old Pulteney Single Malt Scotch Whisky - Um pouco de História

A destilaria de Pulteney está situada em Wick, na ponta nordeste da Escócia, mesmo sobre o mar. Foi fundada em 1825 por James Henderson e permaneceu nas mãos da família por mais de um século. Actualmente, faz parte do grupo de bebidas espirituosas Inver House. A destilaria tem apenas dois alambiques de cobre, sendo o malte feito de forma mais artesanal e envelhecido em barris de carvalho americano e de xerez. Nos armazéns da destilaria envelhecem permanentemente mais de 30.000 barris. Devido à proximidade do mar, os whiskies de Pulteney possuem um característico sabor, levemente salgado, muito refrescante

Cognacs Otard

Otard Fine Cognac V.S.O.P

Resultado do casamento súbtil de dois "Premiers Crus", envelhecido durante oito anos em cascos de carvalho, tem um aroma duradouro e um bouquet floral e intenso, com notas de baunilha e especiarias

Otard Cognac Napoléon

Elaborado com aguardentes de quinze anos, tem aromas ricos a madeira, frutos secos e coco, intenso e suave

Baron Otard Cognac XO Gold

Composto com aguardentes de idades entre os dez e os quarenta anos, tem aromas ricos a madeira, subtilmente apoiados por sensações de avelâ e mael. Único em sabor e subtileza

Cognac Otard - Um pouco de História

François I, o famoso Rei de França, nasceu no Châteaux de Cognac em 1484. Era também o seu "Royal Châteaux", com caves de tectos abobadados, únicos na região, onde o Baron Jean-Baptiste Antoine Otard, decidiu criar o seu Cognac em 1795. Desde então o Châteaux é o local de nascimento de todos os Cognacs Otard. Situado ao mesmo nível do rio Cahente e protegido pelas suas paredes, nas suas caves a húmidade atinge os 90% e a temperatura permanece em constantes 15ºC, por todo o ano. Estas condições de envelhecimento excepcionais e únicas garantem o equilíbrio, harmonia e sauvidade dos Cognacs Otard

Père Magloire Calvados 12 Anos / 20 Anos


Père Magloire Calvados 12 Anos

Macio, a sua única destilação reflecte integralmente a essência dos aromas das maçãs da Normandia, que oferece a este Calvados o carácter intenso e vigoroso da sua origem


Père Magloire Calvados 20 Anos

Envelhecido pelo menos 20 anos em cascos de carvalho, depois de dupla destilação apresenta um bouquet de aromas excepcional. É considerado a obra-prima do Cellar's Master, criada a satisfazer os mais exigentes apreciadores

Père Magloire Calvados XO


Père Magloire Calvados XO

Envelhecido pelo menos dez anos em cascos de carvalho, é suave mas vibrante, um Calvados redondo e complexo, bastante atractivo, que apaixona desde a primeira prova

sexta-feira, maio 04, 2012

Père Magloire Calvados V.S.O.P

  
Père Magloire Calvados V.S.O.P


Envelhecido pelo menos quatro anos en cascos de carvalho tem uma cor dourada âmbar, com um intenso aroma a maçã.
Deve ser apreciado no final de uma refeição e pelas suas características pode acompanhar queijos com aromas fortes

Père Magloire Calvados - Um pouco de História

Foi em 1821 que nasceu a sociedade Debrise Dulac, o produtor dos Calvados Père Magloire. A empresa situa-se em Point L'Evêque, em pleno coração do Pays d'Auge, na Normandia, conhecida por ter sido a primeira região francesa com produção de maçãs para cidra, que depois é destilada para fazer Calvados. Em meados do Séc. XIX, já Debrise Dulac tinha conquistado uma série de prestigiosas medalhas internacionais e nobres diplomas , que fizeram com que o seu nome fosse considerado como sinónimo de qualidade. Actualmente, Père Magloire é a marca de Calvados mais vendida em França e a mais popular, com exportações para cerca de 60 países.

Herdade da Calada - Vinhos / Porta da Calada

Porta da Calada - Vinho Tinto

Classificação: Vinho Regional Alentejano

Notas de Prova: Exibe aromas de frutos vermelhos, ameixa, alguma especiaria. Na boca, a estas características juntam-se os taninos redondos das castas, que conferem maior complexidade ao conjunto e permitem uma agradável  degustação

Wine Master Challenge Estoril 2010 - Medalha de Prata

Vinificação: Vindima manual. 5 dias de maceração a frio seguido de fermentação com temperatura controlada

Castas: 40% Aragonês, 30 % Trincadeira, 30% Syrah

Cor: Vermelho granada

Herdade da Calada - Vinhos / JCM

JCM - Vinho Tinto

Classificação: Vinho Regional Alentejano

Notas de Prova: Apresenta aromas de fruta vermelha madura, na boca nota-se a cereja preta e a ameixa com taninos maduros e bem integrados. Um vinho para apreciar

Challenge International du Vin 2009 - Medalha de Ouro
Concours Mondial Bruxelles 2009 - Medalha de Prata

Vinificação: Vindima manual, 10 dias de maceração a frio seguido de fermentação com temperatura controlada, estágio de 18 meses em barricas de carvalho françês

Castas: 60% Alfrocheiro, 20% Touriga Nacional, 10% Tinta Caiada, 10% Trincadeira

Cor: Vermelho escuro

Herdade da Calada - Vinhos / Clemente de B

Clemente de B - Vinho Licoroso

Classificação: Vinho de Mesa Licoroso

Notas de Prova: O vinho expressa uma grande variedade de aromas e sabores de fruta. No palato os traços de laranja, figos e ameixas estão bem vincados

Vinificação: Vindima manual, suave maceração e envelhecimento em cascos de carvalho françês

Castas: 100% Moscatel

Cor: Âmbar escuro