quarta-feira, novembro 21, 2012

Sandeman Madeira Fine Rich

Sandeman Madeira Fine Rich

Sogrape Vinhos

Castas: Tinta Negra, Sercial, Verdelho, Boal, Malvasia

O Vinho: O Sandeman Madeira Fine Rich é produzido na Ilha da Madeira usando os métodos tradicionais. O solo fértil e o subsolo vulcânico conferem a este vinho o seu carácter único, o qual é realçado pelos métodos de produção e pelo envelhecimento em estufas.

Notas de Prova: Tem uma cor âmbar média escura com notas douradas. Tem um aroma limpo a frutos secos, de complexidade leve e muito agradável. É límpido, tratando-se de um Madeira de boa qualidade em fase de desenvolvimento. O paladar é médio a nozes com um bom final limpo.

Servir frio entre 10-12ºC. Uma vez aberta a garrafa deve ser consumido num período de 8 semanas.

O seu forte carácter torna-o um acompanhamento ideal para muitas entradas ricas, assim como para sobremesas com paladares fortes, por exemplo o chocolate amargo. É também um ingrediente importante para a alta cozinha clássica pois dá um toque especial a qualquer prato.

terça-feira, novembro 20, 2012

Saint-Emilion

Saint-Emilion

Situa-se no topo de uma colina e no centro de um mar de videiras. É a apelação mais vasta de Bordéus, com mais de cinco mil hectares de videiras, cujas uvas dão origem a alguns dos mais conhecidos vinhos de França.
No roteiro dos melhores vinhos franceses, Saint-Emilion é paragem obrigatória. Situada a cerca de 40 Km do centro de Bordéus, a cidade conta com mais de 900 adegas, sendo que 82 são classificadas como as melhores e oferecem vinhos da lista dos mais prestigiados  do mundo, 64 pertencem à classe dos Grands Crus Classés e 18 Premieres Grands Crus Classés. Em geral, são vinhos produzidos em quantidade reservada. Declarada Património Universal pela UNESCO em 1999, guarda monumentos e vestígios da época romana, como uma igreja monolítica totalmente esculpida em rocha, catacumbas e a maior igreja subterrânea na Europa, esculpida em pedra no Séc. XI. O nome advém de um monge bretão chamado Emilion, que no Séc. VIII se terá refugiado  nas florestas da região, após ter sofrido acusações como monge da ordem beneditina. Ali construiu uma igreja e dedicou a sua vida a auxiliar pobres e desamparados. A Emilion é atribuído o milagre de ter devolvido a visão a uma mulher cega. A Viticultura foi introduzida nesta região da Aquitânea pelos romanos e intensificou-se na Idade Média. No Séc. XVIII, factores ao nível social e económico fizeram com que os terrenos ficassem fragmentados, situação essa que ainda hoje se verifica. É também nesta época que aparecem as primeiras casas senhoriais, os famosos Châteaux da região, que além de cultivarem a vinha, fizeram também jardins e construíram pequenas adegas cercadas por muros de pedra.

Terroir de eleição
A Herança histórica da fragmentação acabou por ser uma vantagem aquando da plantação das vinhas ao redor dos nove municípios que constituem a região de Saint-Emilion, devido à diversidade dos solos locais. Na sua maioria são cobertos por uma camada de calcário, argilosos em alguns lugares, de natureza arenosa, ou de cascalho. Com cerca de 5.500 hectares de vinha, produz uma média de 250.000 hectolitros, que representam 5% da produção de vinhos tintos de Bordéus. Os vinhos são constituídos por um lote de três castas: a Merlot, Cabernet Franc (Boushet) e a Cabernet Sauvignon. Em 1954 foi estabelecido um sistema regional de avaliação nos vinhos, afim de garantir a autenticidade e qualidade, revista aproximadamente de 10 em 10 anos, e compreende as classificações de Saint-Emilion, Saint-Emilion Grand Cru, esta última dividida para os seus vinhos mais extraordinários, com as classificações de Premieres Grands Crus classe A e classe B. A seis de Setembro de 2012 foi anunciada uma nova classificação: 18 Premiers Grands Crus Classés e 64 Grands Crus Classés no total de 82 Châteaux classificados. Na mais alta classificação, classe A, são agora 4 os Châteaux: Ausone, Cheval Blanc, Pavie, e Angélus. Na classificação seguinte, classe B, são 14: Château Beauséjour (héritiers Duffau-Lagarrose), Château Beau-Séjour-Bécot, Château Bélair-Monange, Château Canon, Château Canon la Gaffelière, Château, Figeac Clos Fourtet, Château la Gaffelière, Château Larcis Ducasse, La Mondotte, Château Pavie Macquin, Château Troplong Mondot, Château Trottevieille e Château Valandraud.

sábado, novembro 17, 2012

Paloma Rosa Cocktail

Paloma Rosa

Ingredientes:

3 cl de Croft Pink
4 cl de Tequila Branca
6 cl de sumo de uva
1,5 cl de sumo de lima
3 cl de água tónica
1 pitada de xarope de açúcar
1 rodela de lima - guarnição

Preparação: 

Junte todos os ingedientes num copo de mistura - Shaker - com muito gelo.
Mexa muito bem e verta para um copo alto - Long Drink.
Coloque a rodela de lima no rebordo do copo e sirva.

sexta-feira, novembro 09, 2012

Quinta Nossa Senhora do Loreto

A Quinta Nossa Senhora do Loreto situa-se na Vila de Sabrosa, em pleno Alto Douro Vinhateiro, região classificada pela UNESCO em 2001 como Património da Humanidade na categoria de paisagem cultural.

O actual produtor e proprietário, desde 1987, tem associado, nos nove hectares que constituem a Quinta, a tradição vinhateira do Douro às novas técnicas vitivinícolas.
A longa tradição de viticultura, com cem castas autóctones de videiras, produziu uma paisagem cultural de beleza excepcional que reflecte a sua evolução tecnológica, social e económica.
Mantendo a tradição, o produtor tem associado as vinhas velhas, com mais de 25 anos, a novas plantações de castas autóctones com clones seleccionados  privilegiando a produção amiga do ambiente.
Os vinhos D'Eça são vinhos de quinta, produzidos de forma sustentável com uvas criteriosamente seleccionadas exclusivamente das vinhas da Quinta Nossa Senhora do Loreto.

sexta-feira, novembro 02, 2012

Vinho de Talha - Como é feito

Vinho de Talha

Processo de fabrico: Nas vindimas , que por norma se desenrolam a partir do final de Agosto, são escolhidas as melhores uvas das castas com que se pretende fazer o vinho.
Essas uvas são esmagadas, hoje  a em dia  a mecanicamente, para dentro das talhas, e cerca de 48 a 72 horas começa de uma forma visível o processo de fermentação. Para homogeneizar essa fermentação, essas massas vínicas são mexidas artesanalmente com um cabo de madeira, pelo menos duas vezes ao dia e durante três semanas.
Dependendo da temperatura ambiente, que pode ser controlada humedecendo exteriormente a talha, no final desse período a fermentação está terminada.
A parte sólida dos cachos que no início deste processo estava à superfície, está agora depositada no fundo da talha. Vai ter um papel fundamental na filtragem do vinho, já que este é retirado e adicionado à talha várias vezes, num circuito que servirá para a sua clarificação.
Quando se considera pronto, o vinho é então passado para uma outra talha de barro, onde atravessará o Inverno até ser consumido ou engarrafado. Há quem tenha o hábito de adicionar uma gordura, azeite ou óleo, ao vinho. Ao ser depositado na superfície, o objectivo é selar o vinho e preservá-lo do contacto com o ar, tal como uma rolha o faz na garrafa.

A saber: O Vinho de Talha pode apresentar-se ligeiramente turvo, já que não é filtrado por processos industriais ou químicos.
O Vinho de Talha tem um aroma e sabor que fogem dos estereótipos, dado o seu processo peculiar de fabrico.
O Vinho de Talha deve ser bebido jovem, dado que é um vinho natural. Apenas lhe é adicionado um pouco de anidrido sulfuroso para melhorar a sua conservação em garrafa.