Mostrar mensagens com a etiqueta Vinhos Portugueses Tintos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Vinhos Portugueses Tintos. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, março 13, 2015

Duorum 2013 Tinto

Duorum 2013 Tinto

Enólogo: José Maria Soares Franco

Notas de Prova: Cor vermelha profunda com tonalidades violetas. Aroma intenso, fresco e complexo onde dominam os frutos maduros, como amora, ameixa e cassis, alguns aromas florais, como a violeta e aromas terciários. Possuí taninos firmes, maduros e suaves com uma acidez equilibrada. Este conjunto, bem envolvido no seu grande volume e corpo, confere um final longo e elegante.

Acompanha bem com: Pratos de caça, carnes vermelhas, queijos e enchidos.

Preço: a rondar os 8.00 euros

quinta-feira, março 12, 2015

Herdade do Peso

Reserva Tinto 2012

Enólogo: Luis Cabral de Almeida

Notas de Prova: O Herdade do Peso Reserva 2012 apresenta uma cor vermelho-granada muito intensa.
Grande intensidade complexidade aromática dominada por componentes de frutos vermelhos e pretos muito maduros, enriquecidos por notas de especiarias e balsâmicas. Denso na boca, com taninos estruturantes de grande qualidade. acidez equilibrada e final intenso, longo e complexo.

Acompanha bem com: Pratos de carnes ricos e condimentados, caça e queijos fortes.

Preço: a rondar os 15.00 euros

Conde D'Ervideira

Reserva Tinto 2012

Enólogo: Nélson Rolo

Notas de prova: Apresenta aromas de compotas de frutos vermelhos, complexados pelas madeiras.
É aveludado, apresentando uma excelente estrutura e suaves taninos.
Na boca, encontram-se sabores idênticos aos aromas, integrados numa estrutura tânica suave.

Medalha de Ouro: Challenge International du Vin 2014
Medalha de Ouro Duplo: China Wine Awards 2013

Acompanha bem com: Rosbife com esparregado, almofada de perdiz ou bochechas de porco preto.

Preço: a rondar os 12.00 euros

segunda-feira, março 09, 2015

Santa Vitória

Santa Vitória

Grande Reserva 2012

Enólogo: Patrícia Peixoto e Bernardo Cabral

Notas de Prova: Tinto muito equilibrado, com aroma marcadamente frutado, notas de casca de laranja, menta, chocolate preto e especiarias. Na boca é muito encorpado com taninos presentes mas suaves. Final de prova muito longo.

Medalha de Ouro: Fórum Enólogos

Acompanha bem com: carnes vermelhas, borrego, caça, peixe assado, bacalhau regado em azeite e queijos.

Preço: A rondar os 16.00 euros

Monte da Ravasqueira

Vinha das Romãs  2012 Tinto

Enólogo: Pedro Pereira Gonçalves

Notas de Prova: Cor encarnada escura, densa opaca.
Nariz, ao principio fechado. Depois complexo, frutos do bosque,eucalipto, cedro, poejo e cogumelos. Prova carnosa, taninos finos, sólidos e crescentes. Muita frescura, final mineral granítico. Potencial em garrafa durante o período 2014-2024.

Acompanha bem com: Carnes vermelhas e queijos

Preço: a rondar os 14.00 euros

segunda-feira, fevereiro 17, 2014

Papa Figos 2011

Papa Figos 2011

Enólogo: Luís Sottomayor

A marca Papa Figos é um lançamento ainda bastante recente da empresa Sogrape - nasceu na vindima de 2010 - mas alcançou desde logo um enorme sucesso no mercado. Para esse êxito muito contribuiu o perfil do vinho, bastante apelativo, com sabor de bagas silvestres maduras, corpo envolvente, muito sumarento e expressivo.

Notas de prova: Vinho de cor rubi profunda e aroma intenso onde sobressaem as notas florais, a esteva e fruta vermelha madura. Na boca, revela bom volume, acidez bem integrada e taninos de qualidade, com um final equilibrado e de boa longevidade.

Ideal para acompanhar todo o tipo de aves, carnes variadas, fumeiro e queijos

quinta-feira, outubro 17, 2013

Herdade do Peso

Herdade do Peso Colheita Tinto 2010

Cor: Tinto
Tonalidade: Rubi
Designação de Origem: DOP Alentejo
Enólogo: Luís Cabral Almeida
Castas: Aragonês, Alicante Bouschet e Syrah

O Vinho: Herdade do Peso Colheita 2010 oferece a autenticidade e a paixão dos sabores do Alentejo, sob a alçada da Herdade do Peso, que produz vinhos exuberantes e cativantes, cujos sabores, aromas e cores nos fazem lembrar a vida no seu melhor, tal como a região onde nascem.

Notas de Prova: É um vinho de cor rubi com notas de violeta. Caracteriza-se por um aroma muito intenso a frutos vermelhos e pretos maduros, harmoniosamente conjugado com notas florais e balsâmicas. Na boca tem um ataque suave, revelando grande riqueza e volume, uma acidez equilibrada, e taninos macios e densos. O seu final é longo e persistente.

Servir: Consumir imediatamente após abertura da garrafa. Decantar e servir à temperatura de 17º-20º

Serve bem com pratos de carne e queijos suaves. Pode ser consumido sem acompanhamento, como aperitivo, no início da refeição


quinta-feira, junho 13, 2013

Ramos Pinto Collection 2010

Adriano Ramos Pinto

Vila Nova de Gaia

Graduação: 13,5% Vol
Região: Douro
Preço: 11.30 €

Em relação à edição de 2009, este vinho, que tem sem dúvida
 um dos mais belos rótulos do mercado, não mudou apenas a imagem.
Mudou também o volume de álcool. Se em 2009 ostentava no dorso uma gravura de Leoneto Cappielo de 1926, o Collection de 2010 mostra uma imagem de bacantes com tigres obtida num postal de 1916. Se em 2009 o volume de álcool estava nos 14,5%, agora baixou para os 13,5%. No essencial, a elevada qualidade deste tinto manteve-se. Aromas intensos de fruta vermelha madura e de arbustos, taninos firmes mas polidos e uma secura final estimulante. Um vinho mais fresco e elegante, apto para a mesa e que, como os seus antecessores (prove-se agora o 2007), ganha com alguns anos de garrafa.

Fonte: Revista Fugas - Jornal Público

quinta-feira, maio 09, 2013

Conde de Ervideira

Reserva

Este tinto Alentejano, feito com as uvas das castas Trincadeira, Aragonez, Alicante Bouschet e Cabernet Sauvignon, plantadas nos montes Evideira na Vidigueira e Reguengos de Monsaraz, possuí um bouquet hipnotizante, com frutos tropicais acompanhados de especiarias e baunilha. Suave e aveludado na boca, o vinho goza de uma excelente estrutura, com acidez equilibrada, apresentando taninos suaves e sedosos. Em termos de parcerias alimentares, as sugestões incluem peixe fumado e escabeche de perdiz.

sexta-feira, abril 26, 2013

Contra a Corrente

Contra a Corrente 2008

Este vinho produzido pela família Campolargo e representando a região portuguesa da Bairrada, este tinto de 2008 apresenta uma combinação das castas Cabernet Sauvignon, Castelão Nacional e Tinto Cão. Descrito por João Paulo Martins em Vinhos de Portugal 2010 como "um bom artista gastronómico", este é um tinto elegante encorpado, com um aroma bem estruturado, apresentando fruta e um toque de frescura. Bem redondo e poderoso. Ligações gastronómicas: Bacalhau Cremoso e Carnes grelhadas.


sexta-feira, abril 19, 2013

Casa Agrícola Alexandre Relvas

Adega São Miguel dos Descobridores

Produzido pela Casa Agrícola Alexandre Relvas, o vinho Adega São Miguel dos Descobridores é proveniente das castas Alicante Bouschet, Aragonês e Trincadeira. A sua vinificação foi feita através de vindima mecânica e o estágio durou cerca de 3 meses e foi feito em cuba de inox com aduelas de carvalho americano. Este vinho tem um aroma muito vivo a fruta intensa e alguma baunilha. É macio e simples, mas com bastante persistência. Por todas estas características é ideal para acompanhar carne de porco, galinha e enchidos.

Prémios:

Revista de Vinhos Melhor compra 2007

sexta-feira, março 29, 2013

Altas Quintas Crescendo Tinto 2007

Altas Quintas Crescendo Tinto 2007

O pack "Crescendo" reúne duas garrafas de Altas Quintas Crescendo Tinto 2007 elegantemente embaladas. Da responsabilidade do enólogo Paulo Laureano, o Altas Quintas Crescendo Tinto 2007 é um vinho de cor granada, com aromas de ameixas frescas, frutos silvestres e alguma especiaria, a que se juntam as notas de tosta de madeira onde estagiou. Macio, no seu conjunto ostenta a frescura característica dos vinhos Altas Quintas, bem como uma estrutura evidente e uma longa persistência. De uma selecção de uvas da casta Aragonez, a que se adicionaram pequenas percentagens de Trincadeira, Alfrocheiro e Alicante Bouschet, obteve-se este vinho, que fermentou em balseiro de carvalho françês Seguin Moreau, com temperatura controlada e ligeira maceração, após seis meses em barricas de carvalho françês e americano.

€: 15.00

quinta-feira, março 28, 2013

Fiuza Premiun Tinto 2008

Fiuza Premiun Tinto 2008

Produzido a partir das castas Touriga Nacional e Cabernet Sauvignon, este vinho de cor rubi profunda, apresenta um aroma sedutor e complexo onde predomina a compota de amora e cassis. Na boca podemos encontrar o equilíbrio entre frutos vermelhos e frutos selvagens, chocolate preto e especiarias, a combinação ideal para os sabores, também eles únicos no Inverno. No seu conjunto, é um vinho que apresenta um estilo moderno , elegante e complexo, a que se segue uma longa persistência. Proveniente de vinhas cultivadas em solos argilosos e argilo-calcários, o Fiuza Premium Tinto 2008 foi fermentado em lagares, terminando a fermentação em barricas novas de carvalho françês e americano, seguida de um estágio de 14 meses. É a companhia certa para pratos de caça, carnes temperadas e queijos fortes.

€: 8.00

sexta-feira, março 15, 2013

Quinta do Barranco Longo

Remexido Tinto

Castas: Alicante Bouschet, Cabernet Sauvignon, Syrah e Touriga Nacional

Enologo: Rui Virgínia e Patrícia Piassab

Vinificação: Desengace e maceração de 20 dias em lagares de inox. Fermentação alcoólica com temperatura controlada e duas repisas diárias. Maceração em cuvaison de 30 dias e fermentação maloláctica. Estágio de 18 meses em cascos novos de carvalho françês.

Notas de prova: Concentração elevada com um profunda cor ameixa preta. Grande presença aromática com imponente fruta madura, como ameixas pretas e frutos do bosque. Ligeiras notas tostadas e especiarias finas. Vinho de excelência e vigor. Quente, elegante e com taninos aveludados, firmes e muito longos. Madeira de grande qualidade muito discreta e perfeitamente integrada.

Serviço e consumo: Podendo apresentar depósitos no fundo da garrafa, deverá ser cuidadosamente servido a 16-18ºC. Aconselha-se o consumo no próprio dia.

Gastronomia: Cabrito assado no forno e galinha de cabidela com batatas.

quarta-feira, março 06, 2013

Herdade do Perdigão 20 Anos 2008

Herdade do Perdigão, Monforte

Castas: Trincadeira (45%). Alicante Bouschet (50%) Touriga Nacional
Graduação: 14,5% Vol
Região: Alentejo
Preço: 40 €

Um alentejano poderoso, que funciona como porta-bandeira da casa. Visualmente denso, já com os primeiros sinais de envelhecimento nas bordas do copo, aroma profundo, mas não completamente, marcado pela barrica de carvalho françês onde fermentou e estagiou, sugestões de café torrado e tabaco, num conjunto complexo e muito interessante. Fresco na boca, taninos firmes, acidez bem integrada, alguma mineralidade no final. Um tinto muito bem concebido, diferente, tenso, cujo único pecado neste momento da sua evolução está na presença muito vincada da madeira. Ainda assim, um belo vinho para a mesa que tenderá a melhorar com uns anos na cave.



Museu do Côa By Lavradores de Feitoria Tinto 2009

Museu do Côa, Vila Nova de Foz Côa

Castas: Touriga Nacional, Tinta Roriz e outras
Graduação: 14,5% Vol
Região: Douro
Preço: 15 €

Tinto elaborado pela Lavradores de Feitoria para o Museu do Côa, capaz de agradar a todo o tipo de visitantes. Não há nada de depreciativo nisto. O estilo é que o torna tão unânime. Não é um daqueles vinhos do Douro concentrados e potentes que quase se mastigam. Este tem outra finesse e elegância, sem perder o volume, o perfume e a intensidade gustativa típicas da região. Cheira a Touriga Nacional bem madura (frutas do bosque, violetas), à mistura com um toque de especiarias incorporado pela madeira. Na boca, mostra taninos de bom porte mas aveludados e uma acidez bem calibrada, proporcionado uma prova muito fresca e saborosa:

Autor: Pedro Garcias

Mãos - Tinto

Denominação: DOC Douro
Viticultor: Rafael Miranda
Enólogo: Joana Maçanita - WINEID

Castas: Tinta Roriz

Conceito: Em Terras Durienses, com forte incidência no Baixo Corgo, os quatro irmãos oriundos de uma família tradicional uniram o seu conhecimento e paixão pela região na criação do Mãos. De uvas seleccionadas de umas das quintas situada a 560 metros de altitude, nesce um vinho de qualidade com frescura, carácter e cheiroa Douro.

Notas de Prova: De cor violeta ruby concentrada, aroma predominante a bosque com notas florais, é um vinho que onde se destaca a elegância trazida pela frescura das terras de altitude. Na boca, robusto e persistente.

Clima: Mediterrânico com temperaturas quentes de dia e muito frias à noite. Na estação fria neva na vinha.

Solos: As unas provêm de solos xistosos muito pobres, vinha plantada em patamares, a 560 metros de altitude.

Vinificação: Vindima manual com escolha na vinha em caixas de 20 kg. Selecção em mesa de escolha. Enchimento em cuba por gravidade, fermentações a temperaturas controladas.

Conservação e serviço: Conservar a 12ºC para ser servido a 16ºC e ser bebido a 18ºC - Álcool: 15% Vol

Gastronomia: Acompanha bem carnes e peixes bem condimentados

quinta-feira, fevereiro 28, 2013

Quinta Mendes Pereira Garrafeira Tinto 2004

Quinta Mendes Pereira Garrafeira Tinto 2004

Castas: Touriga Nacional (50%), Roriz e Alfrocheiro
Graduação: 13% vol
Região: Dão
Preço: 14 €

Os vinhos da Quinta Mendes Pereira, em Oliveira do Conde, Carregal do Sal, não andam nas bocas do mundo, mas quem é apreciador da austeridade, elegância e frescura tão típicas do Dão não pode perder este produtor de vista. Em boa verdade, produtora, estaria mais certo, pois a cara do projecto é Raquel Mendes Pereira, uma luso-brasileira que há mais de uma década, trocou a vertigem de São Paulo por Oliveira do Conde, para continuar o projecto iniciado em 1982 pelo pai. As vinhas, entretanto reconvertidas, remetem para alguns cenários da Argentina, pelas elevações montanhosas que definem a linha do horizonte. No caso, o que avista são os dorsos da Estrela, Montemuro e Caramulo, serras que protegem o lugar dos ventos marítimos e lhe dão alguma fresquidão. Os solos são uma mistura de granito com argila, secos à superfície mas bastante húmidos em profundidade, ideais para a cultura da vinha. A enologia está a cargo de António Narciso, que segue uma linha classicista, de intervenção mínima e respeitadora da tradição. Os tintos são pisados a pé em lagares de granito. Melhor ainda, os vinhos dispõem do tempo de adega necessário para se criarem. Mesmo os brancos ou rosados só saem no mínimo ao fim de dois anos. É uma filosofia louvável , por ir contra a corrente. Os verdadeiros apreciadores agradecem. agradecem e até pagariam mais por vinhos como este Garrafeira 2004, um tinto que é um hino ao Dão: 13% de álcool apenas, fruta limpa e comedida, taninos muito vivos mas civilizados e uma frescura imensa. Cheio de carácter e vigor, não diz a idade que tem. Uma verdadeira relíquia.
Autor: Pedro Garcias 

Rótulo de Cortiça Grande Reserva 2009

Existem momentos ao longo do ano em que gostaria de surpreender aquela pessoa especial com o presente certo. Pensando em gostos diferenciados de amigos e familiares, a Adega de Borba tem algumas sugestões para apresentar:

Este Rótulo de Cortiça Grande Reserva 2009 foi elaborado a partir de uvas das vinhas mais antigas da região de Borba, com duas das castas mais emblemáticas e representativas da região: Trincadeira e Alicante Bouschet, plantadas em solos de xisto. Com uma cor granada com nuance vermelha e uma boa intensidade aromática, com destaque a frutos do bosque, chocolate, tabaco e tosta, este vinho tem na boca um sabor macio, com frescura, textura e taninos fortes e untuosos a frutos pretos e especiarias, com final sedoso, prolongado e persistente de grande elegância. É ideal para acompanhar pretos elaborados de carne, como porco preto, vitela alentejana e caça de pelo. 

quinta-feira, fevereiro 07, 2013

Casa Burmester Touriga Nacional 2010

Casa Burmester, Sogevinus
Castas: Touriga Nacional
Graduação: 13.5% vol
Região: Douro
Preço: € 17


A Touriga Nacional é a melhor casta portuguesa, mas nem sempre resulta bem. Quando amadurece demais , apenas é boa para o vinho do Porto. Num vinho tranquilo, pode chegar a ser enjoativa, por ser demasiado exuberante. Não é o caso deste Casa Burmester. O vinho está no ponto certo , com álcool contido, aroma refinado (mais marcado pela fruta do que pelas notas de violeta), boca saborosa e complexa e final supinamente fresco. Um belo testemunho da real valia da Touriga Nacional.