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quinta-feira, janeiro 10, 2013

Itália

Os invasores gregos chamaram-lhe "Oenotria", a terra do vinho. A Itália permaneceu embrenhada na vinicultura e hoje em dia produz mais vinho que qualquer outro país do mundo.

VITIS VINIFERA, a espécie de videira vinícula, cresce no território que é hoje a Itália desde séculos antes do nascimento de Cristo. Durante muito tempo, os arqueólogos pensaram que o cultivo da vinha tinha sido introduzido pelos Gregos nos séculos que antecederam a ascensão do Império Romano. Pensa-se hoje que algumas culturas tribais, especialmente os Etruscos, cujos domínios se estendiam ao longo da costa ocidental da península, já possuíam conhecimentos vitícolas e que os Gregos, quando chegaram, pouco mais fizeram que introduzir novas variedades de cepas. Ainda que assim seja, o nome dado pelos Gregos aos novos territórios, que haviam de se tornar Roma, foi Oenotria, cujo significado literal é "terra do vinho". Basta isto para sugerir quão importante era o papel do vinho nesta parte do mundo desde as primeiras civilizações. Na altura do apogeu do Império Romano, as origens do conhecimentos sobre o vinho eram claramente evidentes. Textos chave daquela época referem-se a colheitas particularmente boas, enquanto os vinhos de regiões específicas como Lazio, nos arredores de Roma, Toscânia, a norte, e Campânia, centrada em Nápoles, a sul, se tornaram altamente apreciados.
A expansão do Império Romano para a Europa ocidental abriu rotas comerciais movimentadas, que não só mantinham abastecidos os exércitos ocupantes, como expandiram largamente a prática da viticultura em locais como Espanha e a Gália (hoje França). Até mesmo a Bretanha, com o clima relativamente benevolente de que gozava na altura, aprendeu com os romanos como cuidar das cepas e fazer vinho, um costume que não viria a perder senão pela ocasião da dissolução dos mosteiros. Hoje em dia, em termos de volume, a Itália continua a ser, na maior parte dos anos, o maior produtor de vinho do mundo, relegando sem dificuldade a França para segundo lugar. O que detém aquele país é a falta de um sistema coerentede controlo de qualidade que possa ser respeitado por toda a gente. DOC e DOCG, são designações criadas nos anos 60, mas eram aplicadas bastante ao acaso, a quaisquer vinhos que fossem comercialmente valiosos na altura. Consequentemente, enquanto indicador geral de qualidade, elas eram na melhor das hipóteses inúteis e, na pior, enganadoras. Desde 1992, tem havido uma campanha penosamente lenta para reconstituir o sistema, conhecida como Lei Goria, nome do ex-ministro da agricultura que a instigou. Em teoria, pretendia-se apertar o cerco dentro das regiões DOC e DOCG ao submeter todos os vinhos à aprovação de um painel de provadores profissionais. A Lei Goria também providenciava a classificação dos melhores vinhos regionais com uma designação análoga a vin de pays - IGT. Tudo o resto é vino da tavola (vinho de mesa), apesar de se deve salientar que alguns dos melhores vinhos italianos têm sido feitos com um flagrante desrespeito pelas regulamentações das suas áreas. Estes vinhos são ousadamente rotulados como humildes VdT, muito à semelhança do monumental Mas de Daumas Gassac, do Sul de França, que se orgulha de ser rotulado como um simples Vin de Pays de l'Hérault.

sábado, dezembro 01, 2012

Os Vinhos mais caros do Mundo

Os Dez mais caros do Mundo

Tendo em consideração marcas e não anos de produção, estes são os mais caros:

1. Henry Jayer Richebourg Grand Cru (tinto, Borgonha, França) 11.228 euros

2. Romanée-Conti Grand Cru (tinto, Borgonha, França) 9.222 euros

3. Henty Jayer Parantoux (tinto, Borgonha, França) 4.240 euros

4. Domaine Leflaive Montrachet Grand Cru (branco, Borgonha, França) 4.106 euros

5. Egon Muller-Scharzhof Sharzhofberger Riesling Trockenbeerenauslese (branco, Mosela, Alemanha) 4.093 euros

6. Romanée-Conti Montrachet Grand Cru (branco, Borgonha, França) 3.349 euros

7. Domaine Georges Roumier Musigny Grand Cru (tinto, Borgonha, França) 3.001 euros

8. Georges et Henry Jayer Echezeaux Grand Cru (tinto, Borgonha, França) 2.845 euros

9. Domaine Leroy Musigny Grand Cru (tinto, Borgonha, França) 2.345 euros

10. Petrus (tinto, Bordéus, França) 2.097 euros

Dos 50 vinhos mais caros do mundo , 45 são franceses, destes 27 são da Borgonha, dos dez mais caros, três são brancos, a marca Henry Jayer tem 3 vinhos no Top 10. O Domaine de la Romanée-Conti tem 2, o primeiro vinho não françês é um branco alemão, o segundo não françês é americano, 10º lugar. Itália, Espanha, Chile ou Argentina não têm qualquer vinhos nos 50 mais caros. O único vinho australiano é um licoroso tinto. O Noval Nacional é o único português na lista, custa, em média, 710 euros.

terça-feira, novembro 20, 2012

Saint-Emilion

Saint-Emilion

Situa-se no topo de uma colina e no centro de um mar de videiras. É a apelação mais vasta de Bordéus, com mais de cinco mil hectares de videiras, cujas uvas dão origem a alguns dos mais conhecidos vinhos de França.
No roteiro dos melhores vinhos franceses, Saint-Emilion é paragem obrigatória. Situada a cerca de 40 Km do centro de Bordéus, a cidade conta com mais de 900 adegas, sendo que 82 são classificadas como as melhores e oferecem vinhos da lista dos mais prestigiados  do mundo, 64 pertencem à classe dos Grands Crus Classés e 18 Premieres Grands Crus Classés. Em geral, são vinhos produzidos em quantidade reservada. Declarada Património Universal pela UNESCO em 1999, guarda monumentos e vestígios da época romana, como uma igreja monolítica totalmente esculpida em rocha, catacumbas e a maior igreja subterrânea na Europa, esculpida em pedra no Séc. XI. O nome advém de um monge bretão chamado Emilion, que no Séc. VIII se terá refugiado  nas florestas da região, após ter sofrido acusações como monge da ordem beneditina. Ali construiu uma igreja e dedicou a sua vida a auxiliar pobres e desamparados. A Emilion é atribuído o milagre de ter devolvido a visão a uma mulher cega. A Viticultura foi introduzida nesta região da Aquitânea pelos romanos e intensificou-se na Idade Média. No Séc. XVIII, factores ao nível social e económico fizeram com que os terrenos ficassem fragmentados, situação essa que ainda hoje se verifica. É também nesta época que aparecem as primeiras casas senhoriais, os famosos Châteaux da região, que além de cultivarem a vinha, fizeram também jardins e construíram pequenas adegas cercadas por muros de pedra.

Terroir de eleição
A Herança histórica da fragmentação acabou por ser uma vantagem aquando da plantação das vinhas ao redor dos nove municípios que constituem a região de Saint-Emilion, devido à diversidade dos solos locais. Na sua maioria são cobertos por uma camada de calcário, argilosos em alguns lugares, de natureza arenosa, ou de cascalho. Com cerca de 5.500 hectares de vinha, produz uma média de 250.000 hectolitros, que representam 5% da produção de vinhos tintos de Bordéus. Os vinhos são constituídos por um lote de três castas: a Merlot, Cabernet Franc (Boushet) e a Cabernet Sauvignon. Em 1954 foi estabelecido um sistema regional de avaliação nos vinhos, afim de garantir a autenticidade e qualidade, revista aproximadamente de 10 em 10 anos, e compreende as classificações de Saint-Emilion, Saint-Emilion Grand Cru, esta última dividida para os seus vinhos mais extraordinários, com as classificações de Premieres Grands Crus classe A e classe B. A seis de Setembro de 2012 foi anunciada uma nova classificação: 18 Premiers Grands Crus Classés e 64 Grands Crus Classés no total de 82 Châteaux classificados. Na mais alta classificação, classe A, são agora 4 os Châteaux: Ausone, Cheval Blanc, Pavie, e Angélus. Na classificação seguinte, classe B, são 14: Château Beauséjour (héritiers Duffau-Lagarrose), Château Beau-Séjour-Bécot, Château Bélair-Monange, Château Canon, Château Canon la Gaffelière, Château, Figeac Clos Fourtet, Château la Gaffelière, Château Larcis Ducasse, La Mondotte, Château Pavie Macquin, Château Troplong Mondot, Château Trottevieille e Château Valandraud.

sexta-feira, outubro 12, 2012

Barons Edmond et Benjamin Rothschild - Vinhos

Châteaux Clarke

Um vinho que nasceu de um sonho, é o famoso tinto do Châteaux Clarke. O vinhedo está localizado na região de Listrac, com o seu terroir tão especial que caracteriza este vinho

Châteaux Malmaison

O Châteaux Malmaison viu as suas vinhas reduzidas a apenas 1 hectare em 1974. Desde aí, toda a vinha foi replantada, ostentando hoje 24 hectares. A casta Merlot Noir deu origem a este vinho harmonioso, frutado e suave

Barons Edmond et Benjamin Rothschild - Um pouco de História




Em 1973 o Château Clarke é adquirido pelo Barão Edmond de Rothschild. Este, já accionista 

do castelo Lafite Rothschild, alimentava uma ambição secreta. A sua natureza 

empreendedora e criativa empurrava-o para a realização deste projecto titânico, tornado um 

verdadeiro desafio pessoal. Tinha a convicção que faria de Clarke um grande vinho. A 

produção começou em 1977, e a qualidade dos produtos não parou de subir, bem como a 

imagem dos vinhos de Clarke, que se afirmou sob o impulso de uma equipa dinâmica 

aconselhada por Michael Rolland (desde 1998).

sexta-feira, setembro 14, 2012

Lindemans - Vinhos

Lindeman's Bin 65 Chardonnay
Voluptuoso, suave e cremoso, é o vinho mais exportado da Austrália, e isso diz tudo.

Lindenman's Bin 45 Cabernet Sauvignon
Contemporâneo e agradável de beber, é muito consensual e versátil no seu conjunto sumarento e muito atractivo

Lindeman's Bin 40 Merlot
É um Merlot carnudo e encorpado, a lembrar ameixas, especiarias e com um toque de baunilha.

Lindeman's Bin 95 Sauvignon Blanc
Leve e refrescante, tem um toque vegetal e algum tropical que o tornam muito apetecível.

Lindemans - Um pouco de História


Antigo cirurgião da Marinha Inglesa, apaixonado pelos vinhos franceses, Henry Lindeman trocou Londres pela Austrália em 1840. Estabelecendo-se em Hunter Valley, New South Wales, em 1842 plantou as primeiras vinhas, com Riesling, Verdelho e Shiraz, e começou o que viria a ser uma notável história de sucesso. A companhia começou o seu percurso de vendas para fora do país quando, em 1858, o Dr. Lindeman trouxe para Londres o seu vinho. Menos de uma década depois, Lindeman's ganhou um prémio em Paris. Depois deste, muitos mais prémios internacionais se seguiram. Em 1965, a empresa plantou novas vinhas nas regiões de Coonawarra e Padthaway. Nos últimos 20 anos, Lindeman's ganhou diversos prémios nos EUA, Europa e Austrália, incluindo Enólogo do Ano e vinho do Ano. Actualmente, a empresa pertence ao grupo Fosters.

quinta-feira, maio 10, 2012

Terrazas de los Andes - Vinhos

Terrazas de los Andes Reserva Torrontés

Provavelmente a casta de maior tipicidade na Argentina, e que apenas poderá ser encontrada neste país. O vinho é um exaltar de sensações aromáticas e gustativas, que o difícil é não provar

Terrazas de los Andes Reserva Malbec

Da escolha cuidada de uvas da casta Malbec nesca este Reserva profundo e intenso em aromas de frutos vermelhos, combinados com especiarias e chocolate negro. A expressão máxima da casta que ganhou notoriedade na Argentina

Terrazas de los Andes Reserva Chardonnay

Estrutura e untuosidade são os atributos deste Chardonnay muito especial

Terrazas de los Andes Afincado Malbec

Vinho de Quinta produzido apenas em anos de excelência em quantidades muito limitadas. As melhores uvas da casta Malbec desenha um vinho imponente e guloso. Um apelo aos sentidos


Cheval des Andes

É da parceria entre Pierre Lurton, director de enologia no Châteaux Cheval Blanc e presidente do Châteaux d'Yquem, e Nicola Audebert, director de enologia de Cheval des Andes, que é criado este vinho ímpar. Cheio, complexo, exuberante e intenso de aromas. Na boca mostra-se elegante e untuoso. Um verdadeiro "Châteaux" desenhado na América Latina

Terrazas de los Andes - Vinho Argentino / Um pouco de História

                          

No final dos anos 50, a Moët & Chandon, associada do grupo LVMH (Louis Vuitton Moët Hennesy Group), enviou Renaud Poirier, o seu Director de Enologia para a América Latina à procura de regiões com potencial para a produção de vinhos de grande qualidade. Depois de conhecer várias regiões, Poirier visitou Luján de Cuyo, em Mendoza. Altamente impressionado pelas condições do local para a produção de vinho, Poirier e M&C decidiram adquirir a sua primeira propriedade fora de França. Após décadas de experiência, em 1999 nasceu a adega Terrazas de los Andes, especializada em vinhos monovarietais de excelência. Para tal, cada uma das castas está plantada à altitude ideal que assegura as melhores condições para a maturação da uva e para a concentração e estrutura do vinho.

terça-feira, maio 08, 2012

Robert Mondavi - Vinhos

Opus One
Considerado o vinho mais prestigiado nos Estados Unidos da América, Opus One nasceu da união entre a família Mondavi e o Baron Philippe de Rothschild, e combina o savoir-faire de Bordéus com a criatividade da Califórnia. O primeiro Opus One nasceu em 1979, e com a colheita de 1985 tornou-se o primeiro vinho da Califórnia "ultra-premium" nos mercados de França e Inglaterra

Woodbridge Chardonnay
Um clássico. Vibrante de aromas, apresenta uma combinação da fruta com o carvalho americano que apenas os grandes enólogos conseguem atingir

Woodbridge Cabernet Sauvignon
Todo o carácter do Cabernet num tinto de taninos maduros e redondos, bem afinados pela barrica, num perfil suave e atractivo

Woodbridge Zinfandel
Uma casta diferente, que ganhou notoriedade na Califórnia. Resulta num vinho muito frutado e especiado, de corpo médio e muito macio

Robert Mondavi Private Selection Cabernet Sauvignon
Mondavi criou um verdadeiro império no mundo dos vinhos, e seu nome é associado a vinhos excepcionais. Este Private Selection, criado para celebrar a diversidade das regiões produtoras californianas, resulta num vinho com excelente profundidade e persistência, que prova isso mesmo

Robert Mondavi - Vinho Americano - Um pouco de História

Se houvesse que apontar a pessoa a quem os vinhos da Califórnia mais devem o seu sucesso internacional, essa pessoa seria certamente Robert Mondavi. O pai de Mondavi veio de Itália para a Califórnia em 1906 e desde logo começou a fazer vinhos licorosos. Após o fim da lei seca, e já com o filho Robert a ajudá-lo, saiu de Central Valley para Napa Valley onde começou a fazer vinhos de mesa com as variedades de videira "selvagem" que então se utilizavam na região. Em 1966, e após uma visita a Bordéus, Robert Mondavi apaixonou-se pela uva Cabernet Sauvignon, construíu uma adega e montou o seu negócio. Aí foi pioneiro, apostando em técnicas modernas de viticultura e enologia para fazer vinhos de qualidade, quase sempre monovarietais de Cabernet Sauvignon e, mais tarde, Chardonnay. Depois disso, a história do vinho da Califórnia nunca mais foi a mesma.

Penfolds - Vinhos

Penfolds Grange Shiraz
Desde os anos 50, o Grange mantém o lugar de mais prestigiado vinho Australiano. Hoje é um vinho de renome internacional, em que cada colheita é esperada com impaciência por apreciadores de todo o mundo

Magill Estate Shiraz
Este vinho foi desenvolvido depois de Magill Estate ter escapado ao desenvolvimento urbano, com o objectivo de criar um Single Vineyard que mostrasse o carácter do terroir mas num estilo mais elegante que a maioria dos Penfolds

BIN 707
 Em 1964, o Bin 707 foi o primeiro lançamento de um Cabernet Sauvignon  da Penfolds. Hoje é visto como a versão "Grange" desta casta, alcançando o topo nos Cabernet australianos

Penfolds RWT
 O desenvolvimento do tinto RWT (Red Winemaking Trial) reflecte um progresso extraordinário na viticultura e na enologia, duas disciplinas interligadas e sinérgicas. Desta filosofia nasce um vinho com personalidade, capaz de se afirmar perante o mais exigente enófilo

St. Henry Shiraz
Considerado um dos mais importantes e distintos vinhos australianos, mostra a expressão única do Shiraz envelhecido em tradicionais pipas grandes de carvalho. Profundo, elegante e inesquecível. Um grande Shiraz

BIN 407
Iniciado na colheita de 1990, o Bin 407 reflecte a intenção da Penfolds em produzir um grande Cabernet. A criteriosa selecção da casta e um estágio de 12 meses em carvalho françês e americano contribuíram para essa realidade

Koonunga Hill Chardonnay
Chardonnay com 6 meses de estágio em barricas de carvalho françês, este branco é macio e complexo, com uma acidez subtil no final refrescante




Penfolds - Vinho Australiano - Um pouco de História

Em 1844, o médico inglês Dr. Christopher Rawson Penfold estabeleceu-se na Austrália. Grande defensor das virtudes terapêuticas do vinho no tratamento da anemia, trouxe algumas cepas oriundas do Sul de França, que plantou na sua propriedade de Magill. Essa vinha foi o princípio de um empreendimento que conduziu a Penfolds à liderança na produção de vinhos na Austrália. Um dos responsáveis por essa notoriedade foi o enólogo Max Schubert que, em 1950, criou o Grange Hermitage, com uvas Shiraz. O Grange é hoje um dos grandes vinhos do Mundo. A Penfolds conquistou um enorme prestígio internacional, sobretudo com os tintos produzidos com uvas Cabernet Sauvignon e Shiraz. Hoje, John Duval é o enólogo que interpreta na perfeição a filosofia Penfolds: "o estilo certo, as uvas certas, a madeira certa e o momento certo para o engarrafamento - juntamente com um pouco de paciência"

quinta-feira, abril 26, 2012

Viñedos de Ithaca - Vinhos

Viñedos de Ithaca - Vinhos

Akyles

Pleno de personalidade, este blend de Gamacha, Cabernet Sauvignon e Cariñena surpreende pelo seu estilo poderoso e envolvente

Odysseus Garnatxa Blanca

Branco muito volumoso, cremoso e suave. Extraordinariamente envolvente, é um branco muito original

Odysseus

Carácter mineral, muito elegante e macio enquanto mostra toda a sua força. Fazem parte deste blend as castas Cariñena, Garnacha, Cabernet Sauvignon e a nossa Touriga Nacional. Uma verdadeira experiência

Odysseus Maset Del Ros

Um vinho muito especial que só é feito em anos de excepção. Garnacha, Cariñena, Syrah e Cabernet Sauvignon, com um estágio em barricas de 14 meses. Muito atractivo e elegante

Viñedos de Ithaca - Um pouco de História

A região de Priorat, na Catalunha, tem vindo a ganhar fama na última década, graças aos vinhos cheios de vigor, traça e carácter que ali se produzem. Joseph Puig e sua filha Sílvia, apaixonados pela mitologia helénica e sabendo que os gregos foram os primeiros a plantar vinhas na Península Ibérica, decidiram prestar um tributo a esses antigos cultivadores de vinha. Daí o nome de Ithaca, a ilha onde nasceu Odysseus, o heroi do épico Odisseia escrito por Homero há muitos séculos. Joseph e Sílvia Puig escolheram a zona de Gratallops (província de Tarragona), a mais prestigiada do Priorat, para estabelecer o seu projecto vitivinícula. Começaram por comprar a terra, estudar o solo, e depois plantar vinhas tal como os Gregos fizeram no seu tempo. O objectivo: fazer vinhos de alta qualidade, plenos de personalidade e com produções limitadas.

quinta-feira, abril 12, 2012

Ruffino - Vinhos



Ruffino Chianti

Ruffino produz este tinto desde 1877.
Tal como todos os Ruffino, Chianti obtém a mais alta classificação dos vinhos tradicionais italianos, DOCG. Elaborado coma Sangiovese com um toque de Colorino e Canaiolo.

Lumina Pinot Grigio

Notas muito frutadas com apontamentos florais, e uma frescura que não é comum encontrar

Ruffino Riserva Ducale

É muito masi que um simples vinho, é um estilo de vida, é amor pela natureza, pela tradição, que vai para além do tempo e das modas.

Grappa Riserva Ducale D'Oro

Destilada em pequenos alambiques de cobre, esta grappa jovem, transparente, de aroma atractivo e bouquet que exprime a frescura da casta Sangiovese.

Ruffino - Um pouco de História


Esta casa produtora da Toscana, foi fundada em 1877 em Pontassieve, uma pequena vila perto de Florença. Na sua génese estiveram Ilario e Leopoldo Ruffino e graças à sua capacidade e paixão para produção de vinhos de qualidade, a Ruffino cedo se tornou um símbolo internacional da região de Chianti. A qualidade dos vinhos foi reafirmada por vários prémios logo nos primeiros tempos da casa, atingindo um momento alto com a Medalha de Ouro na feira de vinhos de Bordéus em 1895. Em 1913 a Ruffino foi adquirida pela família Folonari que trouxe novo dinamismo e talento para a empresa. Numa constante procura de qualidade, a Ruffino começou a adquirir vinhas nas mais importantes regiões vinícolas da Toscana. Hoje, a Ruffino compreende 7 propriedades na Toscana, todas situadas dentro das principais regiões DOCG, tais como Brunello di Montalcino, Vino Nobile di Montepulciano, Chianti e Chianti Clássico, num total de 600 hectares de vinha.

terça-feira, abril 10, 2012

Chile - Luis Felipe Edwards Family Selection

Tinto Grande Reserva 2010

Enólogo: Nicolas Bizzarri

Castas: Carmenere

Características:
Cor: Rubi intenso, limpo

Aroma: Elegante e complexo, com fruta de boa qualidade, compotada, amoras e mirtilos em destaque, notas especiadas, baunilha e chocolate, ligeiros tostados da madeira subtil e bem integrada.

Sabor: Muito boa estrutura, acidez perfeita, taninos redondos e harmoniosos, bom corpo e volume, fruta madura perfeitamente casada com a madeira, deixa um final persistente e sedutor.

Revista Paixão Pelo Vinho: 17,5 Pts

segunda-feira, abril 09, 2012

Chile - Doña Bernarda

Doña Bernarda tinto Private Collection 2009

Enólogo: Nicolas Bizzarri

Castas: Cabernet Sauvignon, Syrah, Carmenere, Petit Verdot

Características:
Cor: Rubi intenso, limpo

Aroma: Muito elegante, exuberante, frutos pretos e do bosque, notas balsâmicas. Muitas especiarias, fumados requintados, intenso

Sabor: Entra gordo na boca, tem excelente acidez e frescura, taninos macios, com garra mas já domados, especiado, quente e profundo, muito bem estruturado, final interminável! Belo Vinho

Revista Paixão Pelo Vinho: 18,0 Pts

sexta-feira, abril 06, 2012

Barons de Rothschild domains - Vinhos

Châteaux Rieussec Sauternes
Há muitas gerações que Rieussec é um nome incontornável no fantástico mundo dos Sauternes. Excepcional com foie gras, queijos azuis e sobremesas, é um néctar com um enorme poder de atracção.

Châteaux Duhart Milon

propriedade de um pirata no século XVII, pertence hoje à família Rothschild. O Châteaux foi alvo de uma longa renovação nos últimos 40 anos com vista a devolver aos seus vinhos a grandeza de outrora.

Carruades de Lafite

A segunda marca do Châteaux lafite, apresenta toda a elegância e complexidade do seu irmão mais velho.