sexta-feira, outubro 12, 2012

Barons Edmond et Benjamin Rothschild - Vinhos

Châteaux Clarke

Um vinho que nasceu de um sonho, é o famoso tinto do Châteaux Clarke. O vinhedo está localizado na região de Listrac, com o seu terroir tão especial que caracteriza este vinho

Châteaux Malmaison

O Châteaux Malmaison viu as suas vinhas reduzidas a apenas 1 hectare em 1974. Desde aí, toda a vinha foi replantada, ostentando hoje 24 hectares. A casta Merlot Noir deu origem a este vinho harmonioso, frutado e suave

Barons Edmond et Benjamin Rothschild - Um pouco de História




Em 1973 o Château Clarke é adquirido pelo Barão Edmond de Rothschild. Este, já accionista 

do castelo Lafite Rothschild, alimentava uma ambição secreta. A sua natureza 

empreendedora e criativa empurrava-o para a realização deste projecto titânico, tornado um 

verdadeiro desafio pessoal. Tinha a convicção que faria de Clarke um grande vinho. A 

produção começou em 1977, e a qualidade dos produtos não parou de subir, bem como a 

imagem dos vinhos de Clarke, que se afirmou sob o impulso de uma equipa dinâmica 

aconselhada por Michael Rolland (desde 1998).

quinta-feira, outubro 11, 2012

Pinot Noir

É difícil de cultivar, difícil de vinificar, mas ainda assim os produtores de todo o mundo são atraídos por esta casta temperamental, sentindo-se tentados a experimentar igualar o estilo clássico dos melhores vinhos borgonheses.

Origens francesas

Borgonha e Champagne. Utilizado igualmente em alguns dos tintos leves e rosés do Loire e no vinho tinto da Alsácia.

Outros locais onde é cultivada

Califórnia, Oregão, Austrália, Nova Zelândia, um pouco na África do Sul. Bastante importante na Europa Central - Sul da Alemanha, Suiça e zonas a leste - mas um tanto rara ao longo do Mediterrâneo. Qualquer um que faça espumante segundo o método tradicional champanhês é provável que utilize Pinot.

Notas Aromáticas

Na sua juventude pose possuir aromas leves a frutos vermelhos, tipicamente framboesa, morango e cereja marashino. Em algumas regiões da Califórnia e da Austrália possui igualmente uma nota subtil de grãos de café ou moca. Possui quase sempre um elemento de carne- carne de vaca nos vinhos novos, tendendo para caça bem curtida à medida que envelhecem, sobreposto nos melhores, por uma extraordinária pungência de trufa negra. Os vinhos classicamente (ou notavelmente, dependendo dos gostos) maduros podem ainda exibir um aroma rançoso, polidamente descrito como "de capoeira", designação que na verdade se refere ao que se pode pisar ao atravessar a capoeira. 

Sauvignon Blanc

Uva dos famosos brancos do Loire, Sancerre e Poully-Fumé, a Sauvignon atraiu as atenções do mundo vinícola para a Nova Zelândia devido a um vinho que é uma autêntica salada de fruta e que provou a versatilidade desta casta.

Origens Francesas

Bordéus, onde é quase sempre misturada com Sémillon (e talvez um pouco de Moscatel). O vale do Alto-Loire é onde estão sediadas as melhores variedades de Sauvignon, e mais a ocidente ao longo do Loire, em Touraine, produzem-se vinhos menos exaltados.

Outros locais onde é cultivada

Bastante difundida, mas especialmente importante na Nova Zelândia e um pouco menos nos Estados Unidos, Austrália e África do Sul. Plantações isoladas na parte mais quente de Languedoc e no Norte de Espanha estão a revelar-se surpreendentemente bem sucedidas.

Notas Aromáticas

Praticamente toda a gama de aromas frutados, desde a fruta verde e ácida como groselha e maçã ácida ou pêra, a notas surpreendentemente exóticas como melão, maracujá e manga. Possui muito frequentemente uma dose exacta de groselhas negras. Também os vegetais verdes podem surgir em grande: ervilhas, espargos e pimentos vermelhos manifestam-se muitas vezes nos exemplares neozelandeses. Existe um atributo animal curiosamente pungente em muitos climas mais frescos, em especial nas versões do Loire, as quais são muitas vezes comparadas à urina de gato ou mesmo ao suor masculino. Se se tiver sorte, pode encontrar-se também aquele fugaz laivo de fumo ligeiramente acre.