terça-feira, outubro 30, 2012

Herdade do Peso

Herdade do Peso Ícone Tinto 2007

Denominação de Origem: DOP Alentejo

Enólogo: Luís Cabral de Almeida

Castas: Alicante Bouschet, Aragonês, Alfrocheiro

O Vinho: Herdade do Peso Ícone é o vinho de topo que a Sogrape Vinhos Produza no Alentejo, declarado apenas em anos excepcionais de qualidade máxima e evidente. Herdade do Peso é a marca que revitaliza a essência do Alentejo mais profundo, trazida à superficie pela ciência e know how da Sogrape Vinhos., produzindo vinhos exuberantes e cativantes, cujos sabores, aromas e cores nos fazem lembrar a vida no seu melhor, tal como a região onde nascem.

Notas de Prova: O Ícone Tinto 2007 apresenta uma profunda cor rubi com nuances violeta. Revela um aroma exuberante e complexo, onde sobressaem os frutos pretos, como amoras e mirtilos, harmoniosamente conjugados com nuances balsâmicas; mentol e caixa de tabaco; e ainda notas a especiarias, sobretudo pimenta. Na boca apresenta uma notável  frescura e uma excelente estrutura e equilíbrio, com taninos presentes mas sedosos, de grande qualidade. O seu final é complexo, revelando grande elegância e persistência aromática.

Vinificação e Maturação: As uvas foram cuidadosamente escolhidas, tendo sido eliminados os componentes vegetais e os bagos mal formados ou com deficiente maturação. Após desengace total e suave esmagamento procedeu-se à sua fermentação e maceração prolongada em cubas de aço inoxidável a temperatura controlada, durante cerca de 20 dias. Atingido o equilíbrio organoléptico pretendido, procedeu-se depois à suave prensagem das massas e à cuidadosa separação do vinho de gota das prensas, mantendo-se esta separação até ao final. Após fermentação maloláctica, os melhores vinhos foram seleccionados e estagiaram durante cerca de 14 meses em barricas novas de carvalho françês. O lote final foi elaborado com base na selecção qualitativa das inúmeras provas e análises efectuadas durante este período, que permitiram escolher os melhores vinhos. Antes do engarrafamento o vinho foi submetido a uma ligeira colagem e filtração. No sentido de preservas a sua mais alta qualidade, foi engarrafado sem tratamento de estabilização pelo frio, o que poderá provocar a formação de depósito durante a sua evolução em garrafa. A fim de atingir o bouquet e o equilíbrio adequados para consumo teve um estágio em garraf de cerca de 2 anos.

A garrafa deve ser armazenada deitada em local fresco e seco e ao abrigo da luz. Dever ser servido a uma temperatura entre os 17ºC-20ºC.

Ideal para acompanhar pratos ricos de carne, como o borrego, pratos de caça, como lebre ou javali e ainda queijos fortes.

segunda-feira, outubro 29, 2012

Bols Licores

Licores Bols

A história da BOLS começa no ano de 1575, quando Lucas Bols montou uma pequena destilaria nos arredores de Amesterdão.

Com as especiarias e ervas aromáticas trazidas pelos mercadores holandeses, Lucas e os seus descendentes aperfeiçoaram as suas obras-primas.

Para conseguir os seus sabores genuínos seguindo os mais elevados padrões de qualidade, estilo e requinte, a BOLS trata ela própria dos processos de maceração, destilação e filtração, recorrendo a sumos naturais  ao invés de concentrados ou corantes.

Os licores BOLS representam estilo, sofisticação e qualidade suprema, sendo lideres à escala mundial. São geralmente utilizados em misturas para long drinks ou cocktails e os produtos estão conotados com uma imagem de qualidade e versatilidade que atravessa idades e barreiras culturais.

Referências disponíveis:
Blue; Banana; Cacao White; Cacao Brown; Creme de Cassis; Coffee; Cherry; Triple Sec; Strawberry; Peppermint Green

Altas Quintas Reserva 2005 Tinto

Altas Quintas Reserva - Vinho Regional Alentejano

Colheita: 2005
Produtor: Altas Quintas Lda
Enólogo: Paulo Laureano
Castas: Trincadeira, Aragonez e Alicante Bouschet

Enologia: Desenhado com base numa selecção de uvas com elevadas concentrações das castas Aragonez, Trincadeira e Alicante Bouschet. O vinho fermentou em balseiros de carvalho françês Seguin Moreau com temperaturas controladas a que se seguiram macerações de trinta dias. Estagiou durante dezasseis meses em barricas novas de carvalho françês e americano, e após uma filtração grosseira, permaneceu em garrafa, até atingir um equilíbrio e uma harmonia que permitiu o seu lançamento no mercado.

Notas de Prova: Vinho de cor granada profunda, com aromas de compotas de ameixa e amoras negras, mescladas com notas de especiarias e chocolate negro. Na boca revela associado a uma forte estrutura e uma frescura surpreendente, taninos firmes mas sedosos e uma agradável, longa e persistente elegância.


Viticultura: As vinhas encontram-se a 600 metros de altitude, inseridas num planalto que se desenvolve de forma única, na área do Parque de São Mamede. As condições do mesoclima desta zona, os solos de médio potencial produtivo e a altitude a que se encontram as plantas, contribuem para um terroir único, que se descobre e se sente nos vinhos.
A vinha é conduzida dentro de um programa de protecção integrada e, após uma forte redução de produção e de uma aturada selecção das uvas, as mesmas foram colhidas de forma manual, talhão a talhão e casta a casta durante o mês de Setembro. A colheita fez-se para pequenas caixas de 20 Kg, as quais foram transportadas para a adega. Para este vinho foram seleccionadas as uvas com as concentrações mais elevadas da colheita de 2005.

sexta-feira, outubro 26, 2012

Reconhecer os aromas

Quando nos preparamos para analisar o aroma de um vinho, a primeira coisa a saber é que de nada serve cheira-lo continuamente. Existe um mecanismo da adaptação que se traduz numa diminuição da percepção da intensidade dos odores  presentes.
Assim, leve o copo junto ao nariz, inspire e concentre-se nos aromas que rapidamente detectar, não repetindo essa operação mais de duas ou três vezes consecutivas. Se desejar sentir de novo o perfume, faça uma breve pausa, 15 a 20 segundos, antes de voltar a aproxima-lo do nariz. Para exercitar o olfacto, é importante memorizar o nome quando percepcionamos um dado aroma. Uma boa forma de o fazer é repeti-lo em voz alta, associando-o a imagens, sons e até acontecimentos. De facto, os odores invocam episódios e estados de espírito. No olfacto, prevalece a memória episódica. Às vezes o odor é expresso como um acontecimento ou um elemento que o caracteriza. Pode-se treinar com os alimentos ou as refeições, tentando captar e memorizar as notas aromáticas presentes. Abra o frigorífico ou a despensa e cheire o que encontra. Será uma boa ideia repetir a operação mantendo os olhos fechados, tentando associar o odor ao nome., para verificar se o memorizou correctamente. Siga uma ordem por categorias, começando pela fruta, ananás, banana, laranja, limão, maçã e morango, mas também frutos secos , que são aromas que aparecem muito nos vinhos. Depois dedique-se às especiarias , baunilha, canela, noz-moscada e pimenta, entre outras. Em seguida, considere os legumes mais comuns. Se tiverem rama esfregue-a nas mãos para cheiras as notas vegetais que deixa, típicas em alguns vinhos como os elaborados com a casta Sauvignon. Finalmente conclua com as ervas aromáticas, manjericão, orégãos, rosmaninho, aromas que se encontram em alguns vinhos. Preste ainda atenção as ambientes, como as floristas, padarias, pastelarias, para ter uma memória olfactiva ainda mais apurada. Na prática sensorial é usual usar-se preparados já vendidos para tal.