sexta-feira, dezembro 28, 2012

Quinta do Encontro Espumante

Espumante Branco Natural Bruto

Enólogo: Osvaldo Amado

Castas: Arinto, Bical e Baga

Cor: Citrina com ligeiros tons alambreado, bolha muito fina e persistente, limpo

Aroma: Notória complexidade, nuances de frutos frescos e notas tostadas bem integradas, curioso

Sabor: Elegante, harmonioso, com musse cativante, frutado, termina persistente

Preço: 3.90 euros

Classificação: 17.0 pts - Revista Paixão Pelo Vinho

sábado, dezembro 01, 2012

Os Vinhos mais caros do Mundo

Os Dez mais caros do Mundo

Tendo em consideração marcas e não anos de produção, estes são os mais caros:

1. Henry Jayer Richebourg Grand Cru (tinto, Borgonha, França) 11.228 euros

2. Romanée-Conti Grand Cru (tinto, Borgonha, França) 9.222 euros

3. Henty Jayer Parantoux (tinto, Borgonha, França) 4.240 euros

4. Domaine Leflaive Montrachet Grand Cru (branco, Borgonha, França) 4.106 euros

5. Egon Muller-Scharzhof Sharzhofberger Riesling Trockenbeerenauslese (branco, Mosela, Alemanha) 4.093 euros

6. Romanée-Conti Montrachet Grand Cru (branco, Borgonha, França) 3.349 euros

7. Domaine Georges Roumier Musigny Grand Cru (tinto, Borgonha, França) 3.001 euros

8. Georges et Henry Jayer Echezeaux Grand Cru (tinto, Borgonha, França) 2.845 euros

9. Domaine Leroy Musigny Grand Cru (tinto, Borgonha, França) 2.345 euros

10. Petrus (tinto, Bordéus, França) 2.097 euros

Dos 50 vinhos mais caros do mundo , 45 são franceses, destes 27 são da Borgonha, dos dez mais caros, três são brancos, a marca Henry Jayer tem 3 vinhos no Top 10. O Domaine de la Romanée-Conti tem 2, o primeiro vinho não françês é um branco alemão, o segundo não françês é americano, 10º lugar. Itália, Espanha, Chile ou Argentina não têm qualquer vinhos nos 50 mais caros. O único vinho australiano é um licoroso tinto. O Noval Nacional é o único português na lista, custa, em média, 710 euros.

quarta-feira, novembro 21, 2012

Sandeman Madeira Fine Rich

Sandeman Madeira Fine Rich

Sogrape Vinhos

Castas: Tinta Negra, Sercial, Verdelho, Boal, Malvasia

O Vinho: O Sandeman Madeira Fine Rich é produzido na Ilha da Madeira usando os métodos tradicionais. O solo fértil e o subsolo vulcânico conferem a este vinho o seu carácter único, o qual é realçado pelos métodos de produção e pelo envelhecimento em estufas.

Notas de Prova: Tem uma cor âmbar média escura com notas douradas. Tem um aroma limpo a frutos secos, de complexidade leve e muito agradável. É límpido, tratando-se de um Madeira de boa qualidade em fase de desenvolvimento. O paladar é médio a nozes com um bom final limpo.

Servir frio entre 10-12ºC. Uma vez aberta a garrafa deve ser consumido num período de 8 semanas.

O seu forte carácter torna-o um acompanhamento ideal para muitas entradas ricas, assim como para sobremesas com paladares fortes, por exemplo o chocolate amargo. É também um ingrediente importante para a alta cozinha clássica pois dá um toque especial a qualquer prato.

terça-feira, novembro 20, 2012

Saint-Emilion

Saint-Emilion

Situa-se no topo de uma colina e no centro de um mar de videiras. É a apelação mais vasta de Bordéus, com mais de cinco mil hectares de videiras, cujas uvas dão origem a alguns dos mais conhecidos vinhos de França.
No roteiro dos melhores vinhos franceses, Saint-Emilion é paragem obrigatória. Situada a cerca de 40 Km do centro de Bordéus, a cidade conta com mais de 900 adegas, sendo que 82 são classificadas como as melhores e oferecem vinhos da lista dos mais prestigiados  do mundo, 64 pertencem à classe dos Grands Crus Classés e 18 Premieres Grands Crus Classés. Em geral, são vinhos produzidos em quantidade reservada. Declarada Património Universal pela UNESCO em 1999, guarda monumentos e vestígios da época romana, como uma igreja monolítica totalmente esculpida em rocha, catacumbas e a maior igreja subterrânea na Europa, esculpida em pedra no Séc. XI. O nome advém de um monge bretão chamado Emilion, que no Séc. VIII se terá refugiado  nas florestas da região, após ter sofrido acusações como monge da ordem beneditina. Ali construiu uma igreja e dedicou a sua vida a auxiliar pobres e desamparados. A Emilion é atribuído o milagre de ter devolvido a visão a uma mulher cega. A Viticultura foi introduzida nesta região da Aquitânea pelos romanos e intensificou-se na Idade Média. No Séc. XVIII, factores ao nível social e económico fizeram com que os terrenos ficassem fragmentados, situação essa que ainda hoje se verifica. É também nesta época que aparecem as primeiras casas senhoriais, os famosos Châteaux da região, que além de cultivarem a vinha, fizeram também jardins e construíram pequenas adegas cercadas por muros de pedra.

Terroir de eleição
A Herança histórica da fragmentação acabou por ser uma vantagem aquando da plantação das vinhas ao redor dos nove municípios que constituem a região de Saint-Emilion, devido à diversidade dos solos locais. Na sua maioria são cobertos por uma camada de calcário, argilosos em alguns lugares, de natureza arenosa, ou de cascalho. Com cerca de 5.500 hectares de vinha, produz uma média de 250.000 hectolitros, que representam 5% da produção de vinhos tintos de Bordéus. Os vinhos são constituídos por um lote de três castas: a Merlot, Cabernet Franc (Boushet) e a Cabernet Sauvignon. Em 1954 foi estabelecido um sistema regional de avaliação nos vinhos, afim de garantir a autenticidade e qualidade, revista aproximadamente de 10 em 10 anos, e compreende as classificações de Saint-Emilion, Saint-Emilion Grand Cru, esta última dividida para os seus vinhos mais extraordinários, com as classificações de Premieres Grands Crus classe A e classe B. A seis de Setembro de 2012 foi anunciada uma nova classificação: 18 Premiers Grands Crus Classés e 64 Grands Crus Classés no total de 82 Châteaux classificados. Na mais alta classificação, classe A, são agora 4 os Châteaux: Ausone, Cheval Blanc, Pavie, e Angélus. Na classificação seguinte, classe B, são 14: Château Beauséjour (héritiers Duffau-Lagarrose), Château Beau-Séjour-Bécot, Château Bélair-Monange, Château Canon, Château Canon la Gaffelière, Château, Figeac Clos Fourtet, Château la Gaffelière, Château Larcis Ducasse, La Mondotte, Château Pavie Macquin, Château Troplong Mondot, Château Trottevieille e Château Valandraud.