quinta-feira, fevereiro 28, 2013

Quinta Mendes Pereira Garrafeira Tinto 2004

Quinta Mendes Pereira Garrafeira Tinto 2004

Castas: Touriga Nacional (50%), Roriz e Alfrocheiro
Graduação: 13% vol
Região: Dão
Preço: 14 €

Os vinhos da Quinta Mendes Pereira, em Oliveira do Conde, Carregal do Sal, não andam nas bocas do mundo, mas quem é apreciador da austeridade, elegância e frescura tão típicas do Dão não pode perder este produtor de vista. Em boa verdade, produtora, estaria mais certo, pois a cara do projecto é Raquel Mendes Pereira, uma luso-brasileira que há mais de uma década, trocou a vertigem de São Paulo por Oliveira do Conde, para continuar o projecto iniciado em 1982 pelo pai. As vinhas, entretanto reconvertidas, remetem para alguns cenários da Argentina, pelas elevações montanhosas que definem a linha do horizonte. No caso, o que avista são os dorsos da Estrela, Montemuro e Caramulo, serras que protegem o lugar dos ventos marítimos e lhe dão alguma fresquidão. Os solos são uma mistura de granito com argila, secos à superfície mas bastante húmidos em profundidade, ideais para a cultura da vinha. A enologia está a cargo de António Narciso, que segue uma linha classicista, de intervenção mínima e respeitadora da tradição. Os tintos são pisados a pé em lagares de granito. Melhor ainda, os vinhos dispõem do tempo de adega necessário para se criarem. Mesmo os brancos ou rosados só saem no mínimo ao fim de dois anos. É uma filosofia louvável , por ir contra a corrente. Os verdadeiros apreciadores agradecem. agradecem e até pagariam mais por vinhos como este Garrafeira 2004, um tinto que é um hino ao Dão: 13% de álcool apenas, fruta limpa e comedida, taninos muito vivos mas civilizados e uma frescura imensa. Cheio de carácter e vigor, não diz a idade que tem. Uma verdadeira relíquia.
Autor: Pedro Garcias 

Rótulo de Cortiça Grande Reserva 2009

Existem momentos ao longo do ano em que gostaria de surpreender aquela pessoa especial com o presente certo. Pensando em gostos diferenciados de amigos e familiares, a Adega de Borba tem algumas sugestões para apresentar:

Este Rótulo de Cortiça Grande Reserva 2009 foi elaborado a partir de uvas das vinhas mais antigas da região de Borba, com duas das castas mais emblemáticas e representativas da região: Trincadeira e Alicante Bouschet, plantadas em solos de xisto. Com uma cor granada com nuance vermelha e uma boa intensidade aromática, com destaque a frutos do bosque, chocolate, tabaco e tosta, este vinho tem na boca um sabor macio, com frescura, textura e taninos fortes e untuosos a frutos pretos e especiarias, com final sedoso, prolongado e persistente de grande elegância. É ideal para acompanhar pretos elaborados de carne, como porco preto, vitela alentejana e caça de pelo. 

sexta-feira, fevereiro 22, 2013

Rótulo de Cortiça Reserva Branco 2011

Existem momentos ao longo do ano em que gostaria de surpreender aquela pessoa especial com o presente certo. Pensando em gostos diferenciados de amigos e familiares, a Adega de Borba tem algumas sugestões para apresentar:

Após 30 anos de espera, a Adega de Borba lançou uma nova edição limitada do Rótulo de Cortiça Reserva Branco, a partir de castas recente,mente introduzidas nos encepamentos  da região Alentejo. Com a produção de apenas 2000 garrafas numeradas, o Rótulo de Cortiça Reserva Branco 2011 apresenta um aspecto cristalino e cor citrina, a limão, assim como um aroma cheio e intenso a frutos tropicais maduros e baunilha. De sabor aveludado, com estrutura e frescura, frutos citrinos e mel a predominar, este Rótulo de Cortiça regressa como um vinho harmonioso, longo e de grande equilíbrio. Ideal para acompanhar peixe no forno e marisco grelhado.

Adega de Borba Rosé

Existem momentos ao longo do ano em que gostaria de surpreender aquela pessoa especial com o presente certo. Pensando em gostos diferenciados de amigos e familiares, a Adega de Borba tem algumas sugestões para apresentar:

O Adega de Borba Rosé é um vinho jovem e fresco, assinado pelo enólogo Óscar Gato. Produzido com as castas Aragonez, e Syrah, apresenta uma cor rosa forte com laivos vermelhos e um aroma com boa intensidade a groselha e ameixa vermelha. O seu sabor é equilibrado, com juventude, frutado silvestre, de excelente frescura e persistência final agridoce. Elaborado a partir de uvas seleccionadas em vinhas certificadas paras a produção de vinho D.O.C. Alentejo da sub-região de Borba, a vindima fez-se, manualmente, na parte da manhã, permitindo uma boa temperatura do fruto na chegada à adega.

Adega de Borba Licoroso Premium

Existem momentos ao longo do ano em que gostaria de surpreender aquela pessoa especial com o presente certo. Pensando em gostos diferenciados de amigos e familiares, a Adega de Borba tem algumas sugestões para apresentar:

Este vinho licoroso caracteriza-se pela sua cor âmbar de nuance vermelha. O seu aroma é intenso, rico e complexo, a fruta passa, noz e especiarias. Quanto ao sabor, este é macio, fresco e equilibrado, a geleia  de frutos vermelhos, elegante e a persistir longamente com paladar forte. Fruto da selecção de uvas em vinhas predefinidas em solos de xisto, com maturação óptima, o Adega de Borba Licoroso Premium apresenta-se como um produto de excelente qualidade. Este tinto licoroso é idealmente servido a 16ºC de temperatura, como aperitivo, no início da refeição, a acompanhar uma sobremesa, ou com digestivo, no final.

Aguardente Bagaceira Velhíssima

Existem momentos ao longo do ano em que gostaria de surpreender aquela pessoa especial com o presente certo. Pensando em gostos diferenciados de amigos e familiares, a Adega de Borba tem algumas sugestões para apresentar:

Aguardente Bagaceira Velhíssima

Dando continuidade à tradição de produzir algumas das mais notáveis aguardentes do Alentejo, a Adega de Borba lançou uma Aguardente Bagaceira Velhíssima, que estagiou 10 anos em barricas de carvalho françês limousin. Com uma imagem que conjunga o moderno e o clássico, esta aguardente foi produzida a partir das melhores massas vínicas de castas tintas tradicionais da região de Borba. Com uma cor dourada viva, caracteriza-se pelo aroma intenso, complexo, fino e aveludado, a amêndoa e fruta passa. O seu sabor é suave e o longo estágio em barricas de carvalho limousin intensifica a macieza de frutos secos, com notas de persistência, de longo prazer e delicadeza ao beber.




sexta-feira, fevereiro 08, 2013

Pol Roger - Champanhe

Excelência e Independência

Para se contar esta história tem de se fazer uma viagem até ao departamento do Marne, em França, mais propriamente na comuna de Epernay, onde, em 1849 Pol Roger fundava a casa com o seu próprio nome, reunindo-se assim a muitos produtores vínicos que tornaram esta região na capital do champanhe. Com o passar dos anos, os vinhos tornaram-se célebres, de tal modo  que em 1945 a família cria fortes laços com Inglaterra depois de um jantar com o mítico Winston Churchill que já conhecia e apreciava a casa. A aproximação e amizade com a figura britânica foi tal que em 1975 a marca decidiu prestar-lhe homenagem desenvolvendo um cuvée excepcional cuja composição exacta permanece em segredo já que o próprio Sir Winston Churchill nunca havia perguntado como é que Pol Roger fazia os champanhes, gostava deles para celebrar vitórias e esquecer derrotas. Apesar de estar entre as mais pequenas casas de champanhe, com stocks de 7.5 milhões de garrafas, representando apenas quatro a cinco anos de provisão. Pol Roger está classificada como uma das casas mais prestigiadas sobretudo devido à sua intransigente reputação ao nível da qualidade. É a partir dos 87 hectares de vinha, situados em especial no vale de Marne, na montanha de Reims e na Cotê de Blancs, juntamente com os fornecimentos de outros produtores locais e depois de uma maturação nas mais frescas e profundas adegas da região, que se forma a espuma de pequenas bolhas persistentes que se distinguem em todos da gama de champanhes Pol Roger, Brut Réserve Non-Vintage, Pure, Rich, Brut Vintage, Brut Blanc de Blancs Vintage, Brut Rosé Vintage e o famoso Sir Winston Churchill Cuvée. A excelência desta casa prolonga-se e chega à actualidade pelas mãos do bisneto de Pol Roger, Christian de Billy, e do trineto Hubert de Billy que, a par com o experiente Presidente da Direcção, Patrice Noyelle, preservam a independência dos deleitosos sabores Pol Roger que são revelados no preciso momento em que se abre uma garrafa e se descobre a verdadeira essência de um magnífico champanhe. Preço: € 140.00

quinta-feira, fevereiro 07, 2013

Casa Burmester Touriga Nacional 2010

Casa Burmester, Sogevinus
Castas: Touriga Nacional
Graduação: 13.5% vol
Região: Douro
Preço: € 17


A Touriga Nacional é a melhor casta portuguesa, mas nem sempre resulta bem. Quando amadurece demais , apenas é boa para o vinho do Porto. Num vinho tranquilo, pode chegar a ser enjoativa, por ser demasiado exuberante. Não é o caso deste Casa Burmester. O vinho está no ponto certo , com álcool contido, aroma refinado (mais marcado pela fruta do que pelas notas de violeta), boca saborosa e complexa e final supinamente fresco. Um belo testemunho da real valia da Touriga Nacional.



quarta-feira, fevereiro 06, 2013

Black Grouse Whisky

Um Blend com carácter

Afirmativo, corajoso, intenso e simultaneamente muito suave.
É assim o Black Grouse, o mais recente membro da família The Famouse Grouse, uma marca criada em 1896 por Matthew Gloag, que originalmente se chamava The Grouse Brand, tornando-se tão popular que a 12 de Agosto de 1905 foi renomeada de Famouse grouse, passando rapidamente a ser o whisky mais bebido na Escócia e o quinto a nível mundial, sendo exportado para 100 países.
Nascido do blend entre The Famouse Grouse , os melhores whiskies de malte da região de Islay, Black Grouse - perdiz negra, ou Tetrao Tetrix, é um whisky à parte.
Inicialmente surpreende pela riqueza de aroma, conferida pelos whiskies turfados que entram na sua composição, seguidamente pela suavidade característica de The Famous Grouse, tomando conta dos seus sentidos. O final é longo, persistente e aromático, recompensando-o por adoptar o outro lado do whisky nº1 da Escócia.

Periquita Reserva 2010

José Maria da Fonseca
Azeitão
Castas: Castelão (38%), Touriga Nacional (34%) e Touriga Francesa (28%)
Graduação: 13% Vol
Região: Península de Setúbal
Preço: € 8.00

Aroma vinoso, fruta madura, fumo discreto que revela presença de madeira onde estagiou 8 meses a conferir uma nota de sofisticação e elegância do conjunto. Boca muito fresca, prova jovial, um tinto que se afirma sobretudo pela vivacidade. É, aliás, essa sua vocação que o torna extremamente apelativo, fino, com personalidade própria. Se na aparência parece ligeiro, na sua essência é um vinho com boa complexidade e muita, muita graça. Não filtrado, o que lhe garantirá mais uns anos de evolução. Mas talvez perca com o tempo esta sua faceta pueril que lhe dá encanto.

Anselmo Mendes

Parcela Única Alvarinho 2011

Quando alguém julga que consegui o vinho perfeito, o que faz a seguir? Tenta fazer um vinho ainda melhor. É o que parece estar a acontecer com Anselmo Mendes. Depois de muitos anos a fazer alguns dos melhores vinhos brancos portugueses, o enólogo minhoto produziu em 2009 o vinho com que sonhara durante muitos anos. Por ser Alvarinho de uma só parcela, chamou-lhe Parcela Única. O vinho fermenta e estagia sobre as borras totais e passa nove meses em barricas de 400 litros. O 2009 é um branco soberbo, em 2010 não houve Parcela Única. A colheita não teve a qualidade que o enólogo exige. Em 2011, depois de alguma hesitação inicial, Anselmo Mendes voltou a lançar o vinho. E fez também uma coisa nova, encheu 120 garrafas de uma barrica de outra parcela de Alvarinho. Era uma barrica já usada, a tal ponto que não há marcas visíveis da madeira no vinho. Estas 120 garrafas não correspondem a um novo vinho de Alvarinho e nem sequer vão chegar ao mercado. Mas, pelo menos para Anselmo Mendes, constituem mais um passo na busca do vinho perfeito, porque expressam a sua ideia de Alvarinho. É delicado e directo e tem uma pureza e uma frescura mineral extraordinárias. No Parcela Única 2011, em comparação com esse Alvarinho minimal, a madeira está um pouquinho mais evidente, mas, em contrapartida, o vinho tem outra complexidade aromática. E é igualmente muito mineral, possuindo um final de boca longo e fresco. Quem puder guardar o vinho um ou dois anos ou até um pouco mais irá agradecer. Com esse tempo, como está a acontecer agora com o 2009, o Parcela Única 2011 vai estar ainda mais perto da perfeição.

terça-feira, fevereiro 05, 2013

Horóscopo do Vinho - Peixes

Peixes
20/02 a 20/03

Os nativos de Peixes são pessoas de grande sensibilidade emocional. São muitas vezes sonhadoras, com tendência a viver no mundo da imaginação, parecendo por isso um pouco desligadas da realidade. Têm grande empatia e intuição no seu relacionamento com as pessoas, mostrando compaixão e humanidade. O lado romântico dos piscianos é normalmente desenvolvido. Gostam de música, de poesia, de dança e dos prazeres da noite. A pessoa nascida sob o signo de Peixes evita os vinhos poderosos e agressivos. É atraída por vinhos leves, delicados e perfumados, tais como o Vinho Verde Vinha Antiga Alvarinho Escolha 2009, cujos aromas florais e frutados subtis e complexos convidam ao sonho e ao romantismo.

Vinha Antiga Alvarinho Escolha 2009
Preço: € 9.50

Horóscopo do Vinho - Aquário

Aquário
21/01 a 19/02

O Aquário é o signo da fraternidade. Os nativos de Aquário são pessoas amigáveis, honestas, leais, com um forte espírito humanitário e idealista. São muitas vezes indivíduos independentes, progressivos e originais nas suas ideias e ágeis no aproveitamento de novas situações, sendo por vezes acusados de oportunismo. O Aquariano é normalmente uma pessoa altruísta, sempre pronta a ajudar e defender os outros. Gosta de vinhos tradicionais, procurando em especial os que revelam e desafiam as convenções. Um excelente exemplo é o soberbo EV Douro Tinto Reserva 2007. A ausência de filtração conservou toda a riqueza e a densidade deste vinho encorpado e frutado cujo estágio de meio ano em barricas de carvalho-françês lhe conferiu grande elegância, suavizando os taninos que continuam, no entanto, bem marcados.

EV Reserva Tinto 2007 DOC Douro
Preço: € 9.00

segunda-feira, fevereiro 04, 2013

Rótulo de Cortiça Reserva 2008

Adega de Borba Rótulo de Cortiça Reserva 2008

O topo de gama da Adega Cooperativa de Borba conquistou já um lugar ímpar entre os conhecedores. Este reserva apresenta aspecto límpido e cor rubi definida com nuances vermelhas. O seu aroma elegante, sugerindo frutos pretos, compota e chocolate branco. Já  o sabor é macio, com uma ligeira adstringência, equilibrado, frutado fresco, com taninos suaves mas estruturados e elegância no final de prova. Deve ser  servido a uma temperatura que pode variar entre os 17 e os 18ºC e deve acompanhar pratos elaborados de carne (caça, borrego) e doces. Este vinho pode ser consumido de imediato, de preferência, porém, poderá também deixa-lo estagiar pelo menos 10 anos.

Preço: € 8.00

sábado, fevereiro 02, 2013

Jameson Whiskey

Jameson - Nova Garrafa

Uma maior harmonia entre o rótulo e a garrafa é a percepção que o consumidor terá da nova garrafa do Jameson Irish Whiskey.
Mantendo o carácter genuíno e distintivo a que os seus apreciadores já se habituaram, a nova garrafa Jameson apresenta-se agora mais confiante, de modo a sedimentar os valores da marca irlandesa, jovem , leve e descontraída. O Jameson resulta da combinação de whiskeys irlandeses seleccionados, da tripla destilação a que é submetido e dos longos anos de amadurecimento. Excepcionalmente suave, com notas de especiarias, cereja e madeira, apresenta uma cor dourada e quente. Na prova, o seu paladar é suave e apresenta uma nota de madeira doce e nozes.

Preço: 15.00 Euros

Carvalhas Branco

Colheita 2010

O branco da colheita de 2010 é o primeiro vinho desta que é a marca topo de gama da Real Companhia Velha a chegar ao mercado, estando já disponível de norte a sul do país,. em garrafeiras, lojas seleccionadas e alguns restaurantes.
O Carvalhas Branco 2010 é um vinho limpo, claro e com uma cor citrina brilhante. De aromas finos e delicados, com muita intensidade, destaque para as suas notas de fruta com nuances de baunilha e tosta, criado a partir das castas Viosinho, Rabigato e Códega, provenientes de vinhas velhas da Quinta das Carvalhas. Embora encorpado, no paladar provoca uma sensação de leveza, devido à frescura dos sabores de acidez viva. Termina com uma persistência muito limpa e refrescante.

Preço: 4.20 Euros

sexta-feira, fevereiro 01, 2013

Quinta de Cidrô

Quinta de Cidrô Rosé

O Quinta de Cidrô Rosé, cuja nova colheita (2011), foi recentemente lançada, conjuga a estrutura e definição dos vinhos tintos com a frescura, leveza e capacidade refrescante dos vinhos brancos. Feito a partir de uvas tintas da casta Touriga Nacional, revela aromas finos e delicados com muita intensidade. No olfacto ressaltam de imediato as notas de framboesas e groselhas combinadas com nuances de florais. Tem boa acidez, é refrescante e equilibrado. O seu sabor é intenso e frutado, mostrando uma estrutura aveludada e muito elegante. Este é um vinho bastante versátil, que acompanha perfeitamente uma típica refeição leve: carnes ligeiras, peixes, mariscos ou saladas.

Preço: 5.95 Euros