sábado, março 30, 2013

Paço dos Cunhas de Santar

Vinha do Contador DOC Branco 2011

Região: Dão

Enólogo: Osvaldo Amado

Castas: Encruzado, Malvasia Fina, Cerceal Branco

Cor: Amartelo citrino intenso com ligeiros tons esverdeados, cristalino

Aroma: Exuberante e distinto, intenso em notas de frutos brancos de pomar, maçã, pêra, pêssego, madeira elegante a deixar notas subtis de especiarias, baunilha

Sabor: Guloso, com excelente volume de boca, acidez viva, fresco, frutado, a baunilha a conferir elegância e associada a suaves notas de frutos secos, termina persistente e muito prazeiroso.

€: 23.00

Classificação: 18.00 pts - Revista Paixão Pelo Vinho

sexta-feira, março 29, 2013

Quinta dos Abibes

Sublime DOC Branco 2010

Região: Bairrada

Enólogo: Osvaldo Amado

Castas: Arinto

Cor: Amarelo citrino com ligeiros tons esverdeados, cristalino

Aroma: Envolvente e exuberante, intenso com notas frutadas, tropicais e citrinas, tostados suaves e elegantes, baunilha subtil.

Sabor: Gordo e untuoso, com uma frescura poderosa, elegante mineralidade, toque de frutos secos, tudo muito equilibrado, deixa um toque final prolongado e sedutor.

€: 20.00

Classificação: 17.8 pts - Revista Paixão Pelo Vinho

Altas Quintas Crescendo Tinto 2007

Altas Quintas Crescendo Tinto 2007

O pack "Crescendo" reúne duas garrafas de Altas Quintas Crescendo Tinto 2007 elegantemente embaladas. Da responsabilidade do enólogo Paulo Laureano, o Altas Quintas Crescendo Tinto 2007 é um vinho de cor granada, com aromas de ameixas frescas, frutos silvestres e alguma especiaria, a que se juntam as notas de tosta de madeira onde estagiou. Macio, no seu conjunto ostenta a frescura característica dos vinhos Altas Quintas, bem como uma estrutura evidente e uma longa persistência. De uma selecção de uvas da casta Aragonez, a que se adicionaram pequenas percentagens de Trincadeira, Alfrocheiro e Alicante Bouschet, obteve-se este vinho, que fermentou em balseiro de carvalho françês Seguin Moreau, com temperatura controlada e ligeira maceração, após seis meses em barricas de carvalho françês e americano.

€: 15.00

Elegante / Empa / Empoado / Encorpado / Engaço / Enologia

Elegante
Vinho harmonioso, equilibrado e delicado

Empa
Operação de viticultura, efectuada depois da poda, que consiste em fixar, numa posição vergada, a vara da videira aos arames ou ramos de árvores que sustentam as cepas, para que assumam a forma desejada

Empoado / Encoberto
Vinho de aspecto turvo.

Encorpado
Vinho com muito corpo, de estrutura forte e com carácter

Engaço
Parte lenhosa do cacho que serve de suporte aos bagos. Quando não é removido após a vindima, confere aos vinhos aromas e sabores herbáceos.

Enologia
Ciência que estuda o vinho, nas suas múltiplas facetas, desde os constituintes químicos da uva até à vinificação

quinta-feira, março 28, 2013

Jacob's Creek

Sparkling Chardonnay Pinot Noir

Este sparkling premium australiano vai surpreender atá os mais exigentes  apreciadores de espumante e conferir um brilho diferente às suas festas e jantares especiais. É um vinho espumante de categoria superior, produzido a partir de  das castas Chardonnay e Pinot Noir, sujeito à fermentação em garrafa, de forma a garantir a expressão genuína de cada casta e o espírito característico dos férteis solos australianos. De cor amarelo-palha com tonalidade esverdeada, bolhas abundantes e elegantes, marcadas pela presença persistente de mousse suave, apresenta no aroma a harmonia das refrescantes fragrâncias a citrinos do limão de Chardonnay com notas de groselha de Pinot Noir. Na boca os sabores generosos de frutos citrinos são realçados pela presença de noz cremosa.

€: 12.00

Fiuza Premiun Tinto 2008

Fiuza Premiun Tinto 2008

Produzido a partir das castas Touriga Nacional e Cabernet Sauvignon, este vinho de cor rubi profunda, apresenta um aroma sedutor e complexo onde predomina a compota de amora e cassis. Na boca podemos encontrar o equilíbrio entre frutos vermelhos e frutos selvagens, chocolate preto e especiarias, a combinação ideal para os sabores, também eles únicos no Inverno. No seu conjunto, é um vinho que apresenta um estilo moderno , elegante e complexo, a que se segue uma longa persistência. Proveniente de vinhas cultivadas em solos argilosos e argilo-calcários, o Fiuza Premium Tinto 2008 foi fermentado em lagares, terminando a fermentação em barricas novas de carvalho françês e americano, seguida de um estágio de 14 meses. É a companhia certa para pratos de caça, carnes temperadas e queijos fortes.

€: 8.00

quinta-feira, março 21, 2013

Quinta do Barranco Longo

Remexido Branco

Castas: Arinto, Chardonnay e Viognier

Enólogo: Rui Virgínia e Patrícia Piassab

Vinificação: Fermentação em cascos de carvalho húngaro. Estágio durante um ano, sur lie e batonnage.

Notas de prova: Tonalidade citrina intensa. Vinho de forte personalidade, mineral, com aroma austero, toque floral e notas de alperce e pêra. Gordo e untuoso, robusto no porte, apoiado numa acidez de grande qualidade. Final longo e envolvente.

Serviço e Consumo: Deverá ser servido a 10-12ºC. Aconselha-se o consumo no próprio dia.

Gastronomia: Pratos de carne e peixe acompanhados por molhos cremosos ou foie gras.

sexta-feira, março 15, 2013

Quinta do Barranco Longo

Rosé OakedRose

Castas: Aragonez e Touriga Nacional

Enólogo: Rui Virgínia e Patrícia Piassab

Vinificação: Fermentação em cascos de carvalho americano e françês. Estágio durante três meses, sur lie e batonnage.

Notas de prova: Cor rosada. Aroma e frutos vermelhos com notas subtis de madeira. Vinho complexo e encorpado, cheio, cremoso, com equilíbrio e persistência na boca.

Serviço e consumo: Deverá ser servido a 10-12ºC. Aconselha-se o consumo no próprio dia.

Gastronomia: Peixe grelhado ou fumado, patés e carnes brancas ou aves.

Quinta do Barranco Longo

Remexido Tinto

Castas: Alicante Bouschet, Cabernet Sauvignon, Syrah e Touriga Nacional

Enologo: Rui Virgínia e Patrícia Piassab

Vinificação: Desengace e maceração de 20 dias em lagares de inox. Fermentação alcoólica com temperatura controlada e duas repisas diárias. Maceração em cuvaison de 30 dias e fermentação maloláctica. Estágio de 18 meses em cascos novos de carvalho françês.

Notas de prova: Concentração elevada com um profunda cor ameixa preta. Grande presença aromática com imponente fruta madura, como ameixas pretas e frutos do bosque. Ligeiras notas tostadas e especiarias finas. Vinho de excelência e vigor. Quente, elegante e com taninos aveludados, firmes e muito longos. Madeira de grande qualidade muito discreta e perfeitamente integrada.

Serviço e consumo: Podendo apresentar depósitos no fundo da garrafa, deverá ser cuidadosamente servido a 16-18ºC. Aconselha-se o consumo no próprio dia.

Gastronomia: Cabrito assado no forno e galinha de cabidela com batatas.

quarta-feira, março 06, 2013

Quinta da Ervamoira

Um Manto de Vinha

Em ondas de verde, escarlate e dourado, feita de cachos de bagas suculentas, expande-se a paisagem duriense, com o rio ao fundo serpenteando, tortuoso, por arribas e vertentes alcantiladas. É neste cenário fértil de assimetrias e contrastes, nesta fecunda epopeia das populações para extrair da terra inculta e dos solos áridos e rochosos, através de anos e anos de labuta e fadiga, O Vinho do Porto, que está localizada a Quinta da Ervamoira, um lugar consagrado à vinha e aos seus frutuosos rebentos.

Situada na região do Douro, sub-região do Douro Superior, na freguesia da Muxagata, Vila Nova de Foz Côa, no Vale do Côa, numa encosta pouco inclinada da excepcional microclima, a Quinta da Ervamoira dá testemunho de uma história repleta de peripécias e polémicas - questionada pelo recurso a métodos não tradicionais de plantio do vinhedo duriense, ameaçada de submersão com a construção da barragem do Côa e apenas salva pela descoberta das gravuras rupestres do Vale, a Quinta e os seus preciosos produtos sobreviveram para poder continuar a relatar as suas crónicas de labor e sucesso. O início da gesta produtiva de Ervamoira remete para 1974, quando José António Ramos Pinto Rosas, então administrador da Casa Ramos Pinto, em demanda de um terreno pouco acidentado que permitisse a mecanização, dado que já nessa época o escasso e elevado custo de mão-de-obra no Douro se fazia sentir, encontrou e adquiriu a Quinta de Santa Maria, rebaptizada de Quinta de Ervamoira. Dois anos mais tarde, com o auxílio do sobrinho João Nicolau de Almeida, José Rosas lançou mãos ao projecto de analisar e seleccionar as cinco melhores castas, pensando já não apenas no Vinho do Porto, mas também no Vinho de Mesa. Este trabalho conjunto, objecto de controvérsias pela originalidade, tornou Ervamoira num projecto-piloto, a primeira quinta do Douro a ser plantada ao alto e por talhões, correspondendo cada parcela de terreno a uma casta diferente, assim evitando-se a mistura de espécies vinícolas na mesma vinha. Estendendo-se em manto, como se de um pomar se tratasse, Ervamoira possuí, nos seus 150 hectares de área de vinhedos, 450 000 pés de videira com uma média de 15 anos de idade, 10% dos quais são castas brancas e 90% de castas Tinta Barroca, Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz e Tinta da Barca. Graças ao contributo de João Nicolau de Almeida, co-autor da selecção das cinco castas recomendadas para a região do Douro, introdutor da mecanização da vinha ao alto nessa mesma região vitícola e responsável pelo desenvolvimento das vinificações dos Vinhos do Porto e de Mesa, além de criador de vinhos como o Duas Quintas e o Bons Ares, a Quinta da Ervamoira é actualmente uma das mais belas e modelares propriedades da região do Douro, com os seus báquicos produtos a serem apreciados e elogiados tanto em território nacional como além fronteiras. A aposta de João Nicolau de Almeida na irrigação de vinhas em Ervamoira, apoiado em estudos científicos desenvolvidos em parceria com instituições nacionais e internacionais, é apontada como uma importante contribuição para o desenvolvimento da viticultura duriense. Primeira quinta vinhateira  usufruir do título de Património da Humanidade, Ervamoira não esquece os aspectos culturais da região - no Museu, instalado desde 1997 na recuperada casa de xisto do caseiro, exibem-se vários núcleos de saber ligados ao local e à actividade vitivinícola do Douro: Património Natural Etnográfico, história da casa Ramos Pinto, as Quintas e a Vitivinicultura do Douro Superior. Para que a história desta árdua e laboriosa terra permaneça na memória, enquanto os vinhos, esses, exalam os seus ânimos feitos de infindáveis afãs, da porosidade do xisto e da rudeza líquida do rio.

Herdade do Perdigão 20 Anos 2008

Herdade do Perdigão, Monforte

Castas: Trincadeira (45%). Alicante Bouschet (50%) Touriga Nacional
Graduação: 14,5% Vol
Região: Alentejo
Preço: 40 €

Um alentejano poderoso, que funciona como porta-bandeira da casa. Visualmente denso, já com os primeiros sinais de envelhecimento nas bordas do copo, aroma profundo, mas não completamente, marcado pela barrica de carvalho françês onde fermentou e estagiou, sugestões de café torrado e tabaco, num conjunto complexo e muito interessante. Fresco na boca, taninos firmes, acidez bem integrada, alguma mineralidade no final. Um tinto muito bem concebido, diferente, tenso, cujo único pecado neste momento da sua evolução está na presença muito vincada da madeira. Ainda assim, um belo vinho para a mesa que tenderá a melhorar com uns anos na cave.



Museu do Côa By Lavradores de Feitoria Tinto 2009

Museu do Côa, Vila Nova de Foz Côa

Castas: Touriga Nacional, Tinta Roriz e outras
Graduação: 14,5% Vol
Região: Douro
Preço: 15 €

Tinto elaborado pela Lavradores de Feitoria para o Museu do Côa, capaz de agradar a todo o tipo de visitantes. Não há nada de depreciativo nisto. O estilo é que o torna tão unânime. Não é um daqueles vinhos do Douro concentrados e potentes que quase se mastigam. Este tem outra finesse e elegância, sem perder o volume, o perfume e a intensidade gustativa típicas da região. Cheira a Touriga Nacional bem madura (frutas do bosque, violetas), à mistura com um toque de especiarias incorporado pela madeira. Na boca, mostra taninos de bom porte mas aveludados e uma acidez bem calibrada, proporcionado uma prova muito fresca e saborosa:

Autor: Pedro Garcias

Mãos - Tinto

Denominação: DOC Douro
Viticultor: Rafael Miranda
Enólogo: Joana Maçanita - WINEID

Castas: Tinta Roriz

Conceito: Em Terras Durienses, com forte incidência no Baixo Corgo, os quatro irmãos oriundos de uma família tradicional uniram o seu conhecimento e paixão pela região na criação do Mãos. De uvas seleccionadas de umas das quintas situada a 560 metros de altitude, nesce um vinho de qualidade com frescura, carácter e cheiroa Douro.

Notas de Prova: De cor violeta ruby concentrada, aroma predominante a bosque com notas florais, é um vinho que onde se destaca a elegância trazida pela frescura das terras de altitude. Na boca, robusto e persistente.

Clima: Mediterrânico com temperaturas quentes de dia e muito frias à noite. Na estação fria neva na vinha.

Solos: As unas provêm de solos xistosos muito pobres, vinha plantada em patamares, a 560 metros de altitude.

Vinificação: Vindima manual com escolha na vinha em caixas de 20 kg. Selecção em mesa de escolha. Enchimento em cuba por gravidade, fermentações a temperaturas controladas.

Conservação e serviço: Conservar a 12ºC para ser servido a 16ºC e ser bebido a 18ºC - Álcool: 15% Vol

Gastronomia: Acompanha bem carnes e peixes bem condimentados