sexta-feira, abril 27, 2012

Artur de Barros e Sousa -Vinhos

Artur de Barros e Sousa Sercial

Aguardando pelo vagar dos tempos que apuram os aromas, surge um vinho seco de menor acidez, que deve ser saboreado com o respeito que a tradição impõe

Artur de Barros e Sousa Seco Reserva


Mais indicado como aperitivo, este Reserva não vai deixar de o intrigar pela complexidade aromática que apresenta

Artur de Barros e Sousa Terrantez


Produzido de acordo com a tradição do sistema de "canteiro" que pressupõe fermentação e envelhecimento em pipas de carvalho, este vinho seco apresenta um aroma único que deve ser apreciado e contemplado

Madeira - Artur de Barros e Sousa - Um pouco de História

Artur e Edmundo são dois irmãos que chamaram a si a responsabilidade de manter a genuidade do vinho da Madeira. Por isso usam exclusivamente uvas das castas nobres, que depois são envelhecidos naturalmente, durante anos, em sistema de "canteiro", o método tradicional da Madeira, já só utilizado por esta pequena empresa familiar.
Deste labor resultam cerca de 300 barris de alguns dos melhores vinhos da Madeira e do Mundo.

Miles Madeira Wine - Vinhos

Miles Malmsey 10 Anos

Um vinho excepcional, elaborado com uvas da casta Malvasia, com 10 anos de estágio em barricas de carvalho americano, de "canteiro". Macio, encorpado, complexo, e com uma acidez muito equilibrada. Experimente-o com sobremesas doces, chocolate de leite, queijos azuis. (Roquefort, Stilton, Gorgonzola)

Miles 5 Anos Doce

Pelo seu paladar encorpado, perfeita acidez e final longo, experimente prová-lo com sobremesas doces, sobretudo à base de caramelo, chocolate ou frutos secos

Miles Rainwater Meio-Seco

Este é um vinho Madeira elaborado a partir da casta Negra Mole, com estufagem em tanques e um estágio de 3 anos em barricas. Aroma de frutos secos, casca de laranja e notas de madeira. No palato é meio seco, complementado por uma atraente frescura de citrinos e um longo e opulento final

Miles 3 Anos Doce

Bouquet característico de Vinho da Madeira, com frutos secos, madeira e toffee. Doce e macio na boca

Miles Madeira Wines - Um pouco de História

A madeira Wine Company nasceu de forma faseada, tendo o primeiro passo sido dado em 1913, quando dois exportadores, Welsh & Cunha e Henriques & Câmara, decidiram juntar forças e criaram a empresa então chamada Madeira Wine Assiciation. A pouco e pouco, outros importantes exportadores foram aderindo, num total de vinte e sete. A partir de 1981 a firma recebeu o nome de Madeira Wine Company. Em 1989 a Madeira Wine Company deu um grande passo estratégico ao ser parcialmente adquirida  pelo Grupo Symington, um dos maiores grupos exportadores de vinho do Porto que ficou a partilhar a propriedade da empresa com a família Blandy. A Miles permanece como uma referência em termos de marcas da empresa. Os seus vinhos são conhecidos e aplaudidos em todo o mundo, sendo o maior exportador de vinho da Madeira.

quinta-feira, abril 26, 2012

Viñedos de Ithaca - Vinhos

Viñedos de Ithaca - Vinhos

Akyles

Pleno de personalidade, este blend de Gamacha, Cabernet Sauvignon e Cariñena surpreende pelo seu estilo poderoso e envolvente

Odysseus Garnatxa Blanca

Branco muito volumoso, cremoso e suave. Extraordinariamente envolvente, é um branco muito original

Odysseus

Carácter mineral, muito elegante e macio enquanto mostra toda a sua força. Fazem parte deste blend as castas Cariñena, Garnacha, Cabernet Sauvignon e a nossa Touriga Nacional. Uma verdadeira experiência

Odysseus Maset Del Ros

Um vinho muito especial que só é feito em anos de excepção. Garnacha, Cariñena, Syrah e Cabernet Sauvignon, com um estágio em barricas de 14 meses. Muito atractivo e elegante

Viñedos de Ithaca - Um pouco de História

A região de Priorat, na Catalunha, tem vindo a ganhar fama na última década, graças aos vinhos cheios de vigor, traça e carácter que ali se produzem. Joseph Puig e sua filha Sílvia, apaixonados pela mitologia helénica e sabendo que os gregos foram os primeiros a plantar vinhas na Península Ibérica, decidiram prestar um tributo a esses antigos cultivadores de vinha. Daí o nome de Ithaca, a ilha onde nasceu Odysseus, o heroi do épico Odisseia escrito por Homero há muitos séculos. Joseph e Sílvia Puig escolheram a zona de Gratallops (província de Tarragona), a mais prestigiada do Priorat, para estabelecer o seu projecto vitivinícula. Começaram por comprar a terra, estudar o solo, e depois plantar vinhas tal como os Gregos fizeram no seu tempo. O objectivo: fazer vinhos de alta qualidade, plenos de personalidade e com produções limitadas.

Alentejo - Herdade do Sobroso DOC tinto Cellar Selection 2008

Herdade do Sobroso DOC tinto Cellar Selection 2008

Enólogo: Luís Duarte, Filipe Teixeira Pinto

Castas: Alicante Bouschet, Alfrocheiro

Características:
Cor: Rubi intenso, limpo

Aroma: Elegante, notas balsâmicas em evidência, fruta preta e fruta do bosque, notas de cacau, ligeiro vegetal, toque de especiarias

Ssabor: Bom corpo e bom volume, equilibrado, boa fruta compotada, taninos muito presentes mas já domesticados, boa acidez, termina persistente

€15,95

Classificação: 16,5 Pts

Revista Paixão Pelo Vinho

Bairrada- DOC Espumante branco Bruto 2009

DOC Espumante branco Bruto 2009

Enólogo: Vanda Póvoa

Castas: Arinto, Bical, Baga

Caraterísticas:
Cor: Citrino com ligeiros tons alambreados, bolha fina e de cordão persistente, cristalino

Aroma: Elegante, frutado intenso, notas evidentes de maça verde e lima, toque mineral, ligeira especiaria

Sabor: Frutado, macio, com boa musse, envolvente, acidez no ponto, deixa um final longo e persistente

€ 7,00

Classificação: 16,7 Pts

Revista Paixão Pelo Vinho

A que temperatura se deve servir o vinho

Temperatura de serviço

Para bem servir o vinho, é fundamental conhecer a temperatura preferencial a que deve ser bebido. Esta varia de acordo com o tipo de vinho. Existem à venda pequenos termómetros próprios para medir a temperatura.
- O aumento da temperatura favorece a evaporação das substâncias voláteis. Deste modo, os aromas são mais percetíveis a 18º, diminuem a 12º e ficam quase neutros abaixo dos 8º. Os vinhos naturalmente aromáticos beneficiam com as temperaturas baixas, enquanto os que adquiriram bouquet por terem sido guardados são favorecidos por temperaturas mais elevadas.
- Quanto ao sabor , este é prejudicado pelas temperaturas baixas, menos de 8º. Por norma, quanto mais elevada for a temperatura, maior é a sensação de doçura, e quanto mais baixa, menor é a sensação de acidez. Como tal, um vinho licoroso parece mais doce a uma temperatura elevada, um vinho verde tinto, com a sua acidez característica, pode parecer muito ácido a 18º, mas a 12º sente-se apenas uma agradável frescura.
- A temperatura também atua sobre a solubilidade do gás carbónico. À medida que a temperatura aumenta, o gás tem tendência a libertar-se. essa é uma das razões pelas quais os espumantes se devem servir muito frios.
- Finalmente, o teor em taninos também condiciona a temperatura de serviço de um vinho, quanto maior for esse teor, menos frio se deve beber o vinho, já que quanto mais alta é a temperatura menor é a sensibilidade à adstringência. Daí resulta que os tintos de reserva se sirvam à temperatura ambiente, os tintos jovens, quando estão frescos e os brancos, frios.
- Como tal, vinho apresenta uma temperatura ótima de consumo, de acordo com o tipo de vinho, aconselha-se as seguintes temperaturas:
*Espumante e Champanhe: 6º-8ºC
*Brancos jovens, vinhos verdes brancos: 7º-10ºC
*Rosés: 7º-10ºC
*Brancos, verde Alvarinho: 10º-12ºC
*Licorosos, Porto, Madeira: 10º-12ºC
*Tintos jovens, verdes tintos: 12º-14ºC
*Porto Vintage: 16ºC
*Tintos encorpados, reserva: 15º-18ºC

quarta-feira, abril 25, 2012

Vinho à mesa

O Vinho à Mesa

Apesar de muito utilizado na cozinha para temperar os mais variados pratos, o vinho é, sobretudo, um acompanhante das refeições. Por este motivo, é importante escolhê-lo, especialmente nas ocasiões de festa, em função da ementa. É fundamental que o gosto do vinho não se sobreponha ao do prato e vice-versa. Como tal:
- os partos leves pedem vinhos igualmente leves e os pratos condimentados ficam bem com vinhos encorpados.
- vinhos velhos e aromáticos podem acompanhar pratos temperados com ervas aromáticas e especiarias.
- os vinhos mais adstringentes ligam bem com pratos gordos e os vinhos frutados com comidas salgadas e doces.

Embora não se trate de uma inevitabilidade, é costume fazer acompanhar o peixe com vinho branco, os mariscos com vinho verde branco (ou um tinto acidulado), a carne de vinho tinto e as sobremesas de vinhos licorosos ou espumantes mais ou menos doces. No entanto, é cada vez mais comum que a escolha do vinho se faça de acordo com o gosto pessoal de cada um, sem ter em conta as regras.

Idealmente, uma refeição caminha para um ponto culminante, e a escolha dos vinhos também deve seguir esse caminho. Regra geral, servem-se os brancos antes dos tintos, os secos antes dos doces  e os jovens antes dos envelhecidos e encorpados.

segunda-feira, abril 23, 2012

Alentejo - Dona Maria Reg tinto Reserva 2007

Dona Maria Reg tinto Reserva 2007

Enólogo: Sandra Gonçalves

Castas: Alicante Bouschet, Petit Verdot, Syrah

Características:
Cor: Granada carregado, opaco, limpo

Aroma: Inicialmente fechado, frutos pretos e vermelhos, notas balsâmicas, vegetal, tostados e fumados

Sabor: Pujante, com excelente acidez, notas de chocolate, ligeiro mentolado, taninos presentes mas já domesticados, guloso, com um bom final e a promessa de evoluir em garrafa.

€ 22,50

Classificação: 16,5 Pts

Revista Paixão Pelo Vinho

Alentejo - Adega de Borba DOC tinto Garrafeira 2003

Adega de Borba DOC tinto garrafeira 2003

Enólogo: Óscar gato

Castas: Alicante Bouschet, Trincadeira, Aragonez

Características:
Cor: Rubi com ligeiros tons acastanhados, limpo

Aroma: Fortes notas balsâmicas, fruta preta madura, toque especiado, madeira bem integrada

Sabor: Mostra bom corpo e volume, tem boa acidez, conjunto equilibrado, notas de tabaco, chá preto, frutado, deixa um final harmonioso e de excelente frescura

€ 13,00

Classificação: 16,8 Pts

Revista Paixão Pelo Vinho

Vermutes

Vermutes

Vermutes são bebidas aperitivas que têm como principal ingrediente no seu fabrico o vinho branco, na proporção de 70 a 80%.
Entram ainda na preparação destas bebidas, para além do vinho, os seguintes elementos:

Álcool; Açúcar ou caramelo; Cascas de laranjas amargas; Angélica; Canela; Cálamo; Noz Moscada; Cravo-da-Índia; Lírio Florentino; Açafrão; Genciana; Flor Elder; Cardamo......

Tipos de Vermute

Corrente/Clássico/Rosso   - tinto doce
Bianco                              - branco doce
Dry/Extra Dry                   - branco seco
Punt & Mes                      - tinto amargo
Rosé                                - rosé doce

A graduação alcoólica dos vermutes varia entre 16 e 18º

Formas de Servir:
1- Servidos frescos em taça de vermute com uma casca de limão
2- On-the-rocks com gelo e casca de limão
3- Adicionados de sodas ou refrigerantes em copo médio

Licores - Origem

Cream-Liqueures (Licores de Natas)

São licores bastante espessos feitos à base de natas e com um ingrediente alcoólico, geralmente aromatizados com chocolate e em alguns casos com mel. Os mais divulgados são os provenientes da Irlanda, conhecidos por "irish creams", que têm como base o whisky irlandês, contudo em outros países são produzidos com outras aguardentes.
Das marcas mais conhecidas salienta-se: Bailey's, Carolans, Waterford, O'Darby, Emmet's.

Creme D'Amandes (imagem)

Licor françês, obtido a partir de amêndoas

Creme de Banana

Licor de cor amarela, obtido a partir de bananas por maceração ou essências

Creme de Baunilha

Licor françês, bastante aromático, obtido a partir de baunilha


Licores - Origem

Chesky (imagem)

Licor françês, feito a partir de cerejas e fortificado com whisky

Cocoribe

Licor americano, incolor, obtido a partir de rum branco e extractos de coco

Cointreau

Licor françês, fabricado em Angers a partir de laranjas

Coloma

Licor colombiano feito à base de café

Cordial Campari

Licor de cor amarela, obtido a partir da destilação de framboesas

Cordial Médoc

Licor françês, obtido a partir de aguardente vínica e plantas

domingo, abril 22, 2012

Moscatel de Setúbal - Moscatel de Setúbal Superior 1983

Moscatel de Setúbal Superior 1983

Capacidade: 375ml

Castas: 100% Moscatel de Setúbal

Grau
: 18.5% Vol.

Vinificação
: A vinificação seguiu práticas tradicionais que passaram por uma curta fermentação à maneira dos vinhos tintos, a qual foi então parada com a adição da aguardente vínica seleccionada.

Estágio
: O envelhecimento decorreu num armazém onde se verificaram amplitudes térmicas naturais elevadas, como as que se sentiam nos porões dos veleiros que em tempos idos cruzaram o Atlântico, originando no passado vinhos famosos da nossa região.

Notas de
prova: O envelhecimento a que foi sujeito provoca uma concentração, intensidade e complexidade de aromas e sabores que o torna único entre os vinhos generosos de Setúbal.

Gastronomia
: Sobremesas confeccionadas com chocolate preto ou simplesmente como digestivo, com um bom café.

Temperatura de Serviço: 16 - 18 °C

Península de Setúbal - Má Partilha Tinto 2008

Má Partilha Tinto 2008

Cor: Tinto

Capacidade:
750ml

Castas: 100% Merlot
Grau: 14.5% Vol.
Primeira Colheita: 1986
Vinificação: Inteiramente produzido com a casta Merlot, em solos argilo-calcários, de uma vinha localizada nas encostas suaves de Azeitão.
A localização da vinha, o seu solo e as condições climatéricas da zona da Arrábida permitem a obtenção de uvas desta casta com forte personalidade local.
As uvas da casta Merlot amadureceram e foram vindimadas na 1ª semana de Setembro, com uma fermentação clássica, lenta e controlada.
Estágio: 16 meses em barricas novas de carvalho francês Allier.
Notas de prova: Apresenta notas de fruta muito madura, quase compota, combinadas com chocolate e especiarias; na boca é cheio, tem fruta muito madura combinada com taninos finos e elegantes mas firmes, conferindo-lhe uma estrutura complexa e muito persistente.
Gastronomia: Pratos de carne, caça e queijos.
Temperatura de Serviço: 16 - 18 °C

Alentejo - Quinta do Carmo Reserva Tinto 2008

Quinta do Carmo Reserva Tinto 2008

Cor: Tinto

Capacidade:
750 ml

Castas: 40% Aragonez, 20% Cabernet Sauvignon, 30% Syrah e 10% Alicante Bouschet
Grau: 14.5% Vol.
Vinificação: Cada variedade é vinificada separadamente, respeitando o seu amadurecimento óptimo para o estilo que se pretende.
Estágio: 12 meses em barricas novas de carvalho francês.
Notas de prova: Apresenta-se muito complexo no nariz, com aromas de fruta vermelha, flor de laranjeira e violetas, com nuances de madeira.
Gastronomia: Pratos de carne vermelha e caça.
Temperatura de Serviço: 16 - 18 °C

sexta-feira, abril 20, 2012

Alentejo - Herdade das Servas Reg tinto Reserva 2008

Herdade das Servas Reg tinto Reserva 2008

Enólogo: Tiago Garcia

Castas: Alicante Bouschet, Touriga Nacional, Syrah

Caracterísricas:
Cor: Rubi intenso, limpo

Aroma: Fruta preta madura e frutos do bosque, cassis, notas balsâmicas, floral elegante, baunilha e ligeiros tostados, suave pimenta preta

Sabor: Boca ben estruturada, carnudo, cheio, taninos suaves e deliciosos, boa acidez, notas de fumo, framboesas, cacau ligeiro, madeira de boa qualidade, deixa um final cativante

€ 18,15

Classificação: 17,0 Pts

Revista Paixão Pelo Vinho

Alentejo - Pai Chão Reg tinto Garrafeira 2008


Pai Chão Reg tinto Garrafeira 2008

Edição Pessoal Comendador Rui Nabeiro

Enólogo: Paulo Laureano, Rita Carvalho

Castas: Alicante Bouschet, Trincadeira

Características:
Cor: Rubi intenso, limpo

Aroma: Elegante, suave, equilibrado, fruta preta de boa qualidade, frutos vermelhos, ligeiro vegetal, pimenta preta, tabaco, tosta bem integrada

Sabor: Excelente qualidade da madeira, bons taninos, um conjunto muito atrativo, belo corpo, boa acidez, frutado, deixa um final prolongado e sedutor

€ 32,00

Classificação: 17,5 Pts

Revista Paixão Pelo Vinho

Classificação das composições - Daisies / Egg Nogs / Fixes

Daisies

São composições médias que se servem em taças de champanhe e preparam-se a partir de qualquer aguardente. Têm ainda como outros elementos gotas de grenadine, sumo de limão e um pouco de soda.
São normalmente decoradas com cerejas e rodelas de laranja ou limão e um raminho de hortelã. Das Daisies mais conhecidas salienta-se o Gin Daisy

Gin Daisy

3 cl de Gin
2 cl de Grenadine
1 cl de Sumo de limão

Preparar no shaker e servir em taça grande. Preenche com água gaseificada.

Decoração: 1 rodela de laranja, 5 cerejas, um ramo de hortelã

Egg Nogs

São composições longas fortificantes, preparadas à base de leite e de ovos.
Servem-se em tumblers grandes e podem ser feitas com leite quente ou frio e com qualquer aguardente.
O mais conhecido Egg-nog tem como base o brandy

Brandy Egg Nog

4 cl de Brandy
1 Ovo
15g de açúcar

Preparar no shaker e servir em copo longo. Preencher com leite frio ou quente.

Decoração: Polvilhar com canela ou noz moscada

Fixes

São composições curtas que se servem em tumblers pequenos com gelo moído.
Podem ser preparados a partir de qualquer aguardente e são normalmente decorados com rodelas de laranja, de limão e cerejas.

Brandy Fixe

3 cl de Brandy
1 cl de Cherry Brandy
1 cl de Sumo de Limão
1 dash de Xarope de açúcar

Preparar em copo on-the-rocks com gelo moído

Decoração: 1/2 rodela de laranja, 1/2 rodela de limão e 1 cereja


Aftershock Cocktail

 Aftershock

INGREDIENTES :

 5 cl de licor de laranja
 5 cl de Malibu (licor de coco e rum)
 5 cl de Macieira
 10 cl de limonada

Deitar os ingredientes num copo de cocktail e servir.

Acapulco Cocktail


Acapulco

INGREDIENTES :

 6 cl de rum
 1,5 cl de licor de laranja
 1,5 cl de sumo de lima
 1 colher de café de açúcar
  uma clara de ovo

Deitar os ingredientes num copo, e decorar com uma folha de hortelã.

Cocktail Spring fever (sem álcool)

Spring fever (sem álcool)

INGREDIENTES :

 6 cl. de sumo d'orange sanguine
 2 cl. de sumo de ananás
 2 cl. de sumo de "fruits de la passion" (também pode ser maracujá)
 2 cl. de sumo de cereja
 2 cl. de sumo de limão
 2 cl. de xarope de manga

Encher o "shaker" com pedaços de gelo e os ingredientes, mexer fortemente. Servir.

Alentejo - Julio B. Bastos Reg tinto Garrafeira 2007

Julio B. Bastos Reg tinto Garrafeira 2007

Enólogo: Sandra Gonçalves

Castas: Alicante Bouschet

Características:
Cor: Granada carregado, opaco, limpo

Aroma: Fantástico, notas vegetais de qualidade, pasta de azeitona, fruta preta e do bosque madura, equilibrado, especiado, nuances de cacau e chocolate, madeira muito bem integrada

Sabor: Fresco, com boa estrutura, taninos firmes, acidez bem colocada, confirma o perfil aromático, encorpado, termina prolongado e apetitoso

€ 68,00

Classificação: 17,5 Pts

Revista Paixão Pelo Vinho

Dióxido de enxofre ou sulfitos

Este pictograma pode acompanhar a informação obrigatória, por extenso, sobre a presença de alergénicos/sulfitos

A presença de dióxido de enxofre ou sulfitos, desde que em concentrações superiores a dez miligramas por litro, expressos em SO2, deve ser indicada através da expressão Contém..... seguida dos termos sulfitos, anidríco sulfuroso ou dióxido de enxofre. A obrigatoriedade desta indicação deve-se ao seu potencial alerg´´enico. No entanto, é de salientar que esta obrigatoriedade só deve ter efeito a partir de 25 de Novembro 2005, pelo que é possivel encontrar ainda vinhos que tenham sido rotulados antes dessa data e não ostentem essa menção. A partir de 1 de Agosto de 2009, passou a existir ainda a possibilidade de completar a referência por extenso, de forma facultativa, com um pictograma de sulfitos.
Ainda no que se refere à indicação obrigatória de ingredientes alergénicos, o setor vitvinícula realizou novos estudos sobre a alergicinidade da caseína e da ovalbumina, derivadas, respetivamente, do leite e do ovo, e utilizadas como clarificantes na vinificação. De acordo com estes estudos, os vinhos que as contêm não são suscetiveis de provocar reações indesejáveis aos individuos alérgicos ao leite ou ao ovo. Enquanto se aguardam os novos pareceres cientificos da AESA. Autoridade Europeia de Seguarança Alimentar, sobre estas substâncias, a obrigatoriedade de indicação da sua presença fica adiada. Está autorizada a comercialização, até ao esgotamento das existências, dos vinhos colocados no mercado ou rotulados antes de 30 de Junho de 2012.

*Todas as menções obrigatórias, com exceção do número de lote e da presença de dióxido de enxofre ou sulfitos, devem aparecer no mesmo campo visual e em língua portuguesa.

Volume nominal / Título alcoométrico volúmico / Nº de Lote

Volume Nominal

É a quantidade líquida marcada e que a embalagem, supostamente, contém. É expresso em llitros, centilitros ou milílitros. As garrafas standard têm um volume nominal de 75 cl, ou 750 ml. Algumas garrafas podem conter, na mesma zona onde aparece a indicação do volume, um pequeno e, cujas medidas obedecem a normas precisas,. Trata-se da marcação CE, que é de carácter facultativo. Este símbolo garante ao consumidor que o vinho vem acondicionado de acordo com algumas disposições comunitárias, ou seja, a embalagem foi submetida ao controlo metrológico da quantidade ou capacidade nominal.

Título alcoométrico volúmico

O título alcoométrico volúmico adquirido refere-se à quantidade de álcool etílico contido no vinho em causa. A indicação deste valor na garrafa deve ser feita por unidade, ou meia unidade de percentagem de volume, ex: 11,5% vol, e não 11,6% vol. Além disso, o teor alcoólico indicado não deve ser inferior ou superior, em mais de 0,5% vol., ao valor que venha a ser determinado por eventuais análises. No caso dos vinhos com Denminação de Origem guardados em garrafa durante mais de três anos, essa tolerância é de 0,8%vol. O número correspondente ao teor alcoólico deve ser sempre seeguido da expressão %vol.

Número de Lote

Deve ser precedidoda letra maíuscula "L", permite identificar o vinho e a sua origem, fator importante para garantir a rastreabilidade do produto.




Aspetos a ter em conta nas indicações dos Rótulos

No caso dos Vinhos de Mesa rotulados até 1 de Agosto 2009, a denominação de venda deve incluír a própria expressão Vinho de Mesa e a indicação Portugal, se as uvas tiverem sido aqui produzidas e vinificadas. A partir dessa data, deixa de existir esta designação, sendo substituida pela denominação de venda do Vinho. Os vinhos com Indicação Geográfica com rotulagem anterior a esta legislação devem ter a menção Vinho Regional, Vinho da Região de...., Indicação Geográfica ou, simplesmente, IG, e indicar a zona de onde provêm, Minho, por exemplo. Se tiverem sido rótulados após 1 de Agosto, passam também a poder íncluir os termos Indicação Geográfica Protegida e/ou IGP. Em todas as situações é obrigatória a referência à região a que respeitam.

No caso dos vinhos com Denominação de Origem, é também de menção obrigatória a região de onde provêm, além das siglas DO ou DOC ou suas designações por extenso, Denominação de Origem e Denominação de Origem Controlada, respectivamente, passando também a ser possivél a inclusão da designação Designação de Origem Protegida e/ou DOP. A utilização de qualquer destas menções dispensa a indicação das restantes. Uma vez que está previsto que a Indicação de Proveniência Regulamentada ou IPR deixe de existir, os produtores de vinhos com direito a esta designação e/ou que preencham os respectivos requisitos deverão requerer o seu reconhecimento como DO ou IG.

A indicação da marca é obrigatória e pode ser nominativa ou figurativa.

quinta-feira, abril 19, 2012

Bairrada - Marquês de Marialva

Marquês de Marialva DOC Espumante Bruto 2008

Castas: Bical, Arinto

Características:
Cor: Citrino definido, bolha fina e persistente, limpo

Aroma: Frutos de polpa branca, citrinos, cereal tostado e avelã, estão em destaque

Sabor: Boa complexidade, com mousse cativante, conjunto harmonioso, termina longo e persistente

€ 4,99

Classificação: 16,5 Pts

Revista Paixão Pelo Vinho

Indicações Obrigatórias

Os vinhos licorosos, espumantes e frisantes estão sujeitos, no que respeita à rotulagem, a obrigações um pouco diferentes, pelo que a informação seguinte não se lhes aplica.


O rótulo dos vinhos deve conter:

- a marca
- a denominação da categoria do produto, ou seja vinho
- título alcoométrico volúmico adquirido, teor alcoólico
- o número de lote
- a indicação de proveniência
-a indicação do engarrafador
- a indicação da presença do dióxido de enxofre ou sulfitos, quando aplicavél
- Os termos Denominação de Origem, Denominação de Origem Protegida, Denominação de Origem Controlada, Indicação Geográfica ou Indicação Geográfica Protegida, as siglas ou ambas em simultâneo, Vinho Regional Ou Vinho da Região, quando aplicavél.

A Rotulagem (2)

Selos oficiais que podem ser usados na rotulagem dos vinhos com Denominação de Origem Protegida e Indicação Geográfica Protegida.

Finalmente, a denominação das categorias de vinho também sofreu algumas alterações:
- a designação Vinho de Mesa deixou de existir, tendo sido substituída por Vinho, apenas.
- os vinhos de mesa com Indicação Geográfica deixaram de estar na categoria de Vinhos de Mesa.
- a designação VQPRD deixou de poder ser utilizada (por extenso ou e sigla)

Com o novo enquadramento do setor, passa a ser possível indicar tanto as informações obrigatórias como as facultativas também numa ou mais línguas oficiais da União Europeia. Já o nome DOP/IGP deve ser expresso na língua para a qual se aplica a proteção.


A Rotulagem

A Rotulagem

O rótulo deve fornecer ao consumidor elementos que lhe permitam conhecer as características do que está a comprar, bem como outras informações úteis (de onde vem, como conservar, qual a melhor temperatura de serviço...etc)
Segundo a lei que vigorou até recentemente, os vinhos podiam ser classificados em Vinhos de Mesa, Vinhos Regionais ou com indicação Geográfica (IG), ou seja vinhos de mesa produzidosnuma região específica, e Vinhos de Qualidade Produzidos em Região Determinada (VQPRD). Estes últimos incluíam os Vinhos com Deniminação de Origem, que ostentevam as menções Denominação de Origem Controlada (DOC) ou a menos comum Indicação de Proveniência Regulamentada (IPR).
O novo enquadramento dado pela  Organização Comum do Mercado do Vinho introduziu alterações nesta terminologia. Com efeito, desde 1 de Agosto de 2009, os produtos com direito a Denominação de Origem  e Indicação Geográfica passaram a poder utilizar também as designações Denominação de Origem Protegida (DOP) e Indicação Geográfica Protegida (IGP), à semelhança do que acontece com outros produtos alimentares, como alguns ueijos e produtos de charcutaria. Facultativamente podem ser usados os símbolos já existentes.

Mural - Espumante branco Bruto Reserva

Espumante branco Bruto Reserva

Enólogo: Paulo Coutinho

Castas: Bical, Maria Gomes, Arinto

Características:
Cor: Citrino claro, bolha média, cristalino

Aroma: Notas de pastelaria doce, tilía, citrinos e leve tostado

Sabor: Frutado, com bom equilibrio acidez/açúcar, agradável mousse, boa persistência no final

€ 4,80

Classificação: 16,5 Pts

Revista Paixão Pelo Vinho

Alentejo - Mingorra "M" Licoroso tinto 2010

Mingorra "M" Licoroso tinto 2010

Enólogo: Pedro Hipólito

Castas: Touriga Nacional, Sousão

Características:
Cor: Rubi intenso, retinto

Aroma: Notas de frutos vermelhos e pretos do bosque bem maduros, compotada de frutos silvestres, cacau e chocolate, baunilha, quente

Sabor: Corpo delgado, é um vinho harmonioso, com acidez correcta a equlibrar o conjunto, taninos redondos, termina largo

Classificação: 16,0 Pts

Revista Paixão Pelo Vinho

Complexo / Cordão / Cordão bilateral / Cordão unilateral

Complexo

Vinho rico em aromas

Cordão

Técnica de condução das vinhas, considerada como, um desenvolvimento da cruzeta, embora a forma de suportar das videiras se assemelhe à dos bardos. Talcomo nestes, a estrutura de suporte é constituída por linhas de esteios nos quais são colocados arames que servem de apoio à parte vegetativa e produtiva das videiras

Cordão bilateral

Forma de condução da videira em que esta é podada em cordão horizontal, compreendendo uma parte vertical (o tronco) de que, a certa altura, partem dois braços horizontais opostos

Cordão unilateral

Forma de condução da videira em que esta é podada em cordão horizontal, compreendendo uma parte vertical (o tronco) de que, a certa altura, parte um braço horizontal

quarta-feira, abril 18, 2012

Península de Setúbal - Berardo Reserva Familiar Tinto 2007

Berardo Reserva Familiar Tinto 2007

Península de Setúbal

Cor: Tinto

Capacidade:
1500ml
 
Castas: 50% Touriga Nacional e 50% Cabernet Sauvignon
Grau: 14% Vol.
Primeira Colheita: 2005

HISTÓRIA DO VINHO

Por detrás de um grande vinho está sempre um grande Homem. José Berardo é um homem do mundo, é um impulsionador das artes. A arte do vinho é uma das suas paixões e em 2005 foi a primeira colheita do vinho onde encontramos a sua personalidade marcada:
- a paixão por Portugal com o Touriga Nacional que transmite ao vinho sensibilidade e «intuição»
- e a sua abertura ao mundo com a casta CS, implementado pelos 4 cantos do mundo e que transmite força e longevidade.
È um vinho de carácter único e cada colheita  tem uma história para contar.
Vinificação: Foram seleccionados para este vinho Reserva dois vinhos tintos da colheita de 2007, de castas distintas da Serra da Arrábida, na Península de Setúbal. O primeiro, um Touriga Nacional, foi vinificado no fim de Setembro de 2007; o segundo vinho escolhido foi um Cabernet Sauvignon, vinificado tradicionalmente na primeira semana de Outubro de 2007.
Estágio: 7 meses em barricas novas de carvalho francês Allier (80%) e americano (20%).
Notas de prova: De cor vermelha profunda, apresenta-se muito concentrado no nariz, combinando frutas encarnadas, com toques florais campestres e com nuances abaunilhadas provenientes das barricas onde estagiou. Na boca, sensações fortes de fruta madura, bem combinadas com taninos redondos e maduros bem presentes e uma acidez firme, conferem-lhe um final complexo, muito cheio e longo.
Apresenta um bom potencial de envelhecimento em garrafa.
Gastronomia: Pratos de carne vermelha, caça e queijos.
Temperatura de Serviço: 16 - 18 °C

Península de Setúbal - Palácio da Bacalhôa Tinto 2007

Palácio da Bacalhôa Tinto 2007

Península de Setúbal

Cor: Tinto

Capacidade:
750ml

Castas: 70% Cabernet Sauvignon, 25% Merlot e 5% Petit Verdot
Grau: 14% Vol.
Primeira Colheita: 2000
Vinificação: As castas escolhidas no encepamento da Quinta (Cabernet Sauvignon, Merlot e Petit Verdot) beneficiam das condições naturais para uma maturação lenta e equilibrada. O Merlot, primeira casta a ser vindimada, beneficiou de uma maturação lenta e apresentava-se em perfeitas condições para a vinificação. O Petit Verdot, casta mais tardia, é vindimado normalmente antes do Cabernet. Quanto ao Cabernet Sauvignon, a sua colheita ocorreu quando os seus cachos com bagos pequenos e pretos tinham uma boa maturação fenólica, uma boa acidez Serving temperature: 16-18°Ce o álcool potencial pretendido. Os vinhos elementares fermentaram a temperatura controlada (25 °C), seguindo-se um período de "cuvaison" (maceração pelicular pós-fermentiva) de uma semana.
Estágio: Após a separação das partes sólidas, estagiaram durante 18 meses em barricas novas de carvalho francês Allier, com 225 litros de capacidade. Depois do engarrafamento, o Palácio da Bacalhôa 2007, já em garrafa, estagiou nas caves da Quinta até à sua comercialização (12 meses).
Notas de prova: De cor vermelha muito profunda, apresenta-se poderoso e muito concentrado no nariz, com notas fortes de frutos vermelhos, combinados com nuances de café, menta e frutos secos, numa estrutura cheia, complexa, fresca e elegante.
Gastronomia: Pratos de carne vermelha e caça.

Temperatura de Serviço: 16-18°C

Douro - Vinha Grande DOC tinto 2009

Vinha Grande tinto 2009

Enólogo: Luis Sottomayor

Castas: Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Barroca, Tinta Roriz

Aroma: Nariz algo fechado ao início, depois revela frutos pretos maduros e frutos vermelhos. notas balsâmicas, ligeira especiaria, madeira subtil

Sabor: Entra denso na boca, tem taninos macios, boa acidez, estrutura correcta, termina longo

Classificação: 16,0 Pts

Revista Paixão Pelo Vinho

domingo, abril 15, 2012

Termos de Degustação Profissional

Aspeto

Limpidez: cristalino, limpido, opalino, turvo
Cor: viva, nitida, cintilante, brilhante, baça, mate, duvidosa, pouco fresca
Branco: citrino (amarelo-esverdeado), amarelo (pálido ou carregado), amarelo-canário, amarelo-citrino, palha (amarelo-palha), dourado (amarelo-dourado), acastanhado
Tinto: rubi, vermelho-rubi, vermelho-violeta, vermelho-granada, vermelho-acastanhado, rubi-acastanhado

Aroma

Primeira impressão: agradável, normal, desagradável
Intensidade: nula, fraca, suficiente, intensa, muito intensa
Aroma: floral, vegetal, frutado, ervas e especiarias, balsâmico, madeira, outros

Sabor

Intensidade: ligeira, média, desenvolvida, plena, profunda, intensa
Estrutura: equilibrado, harmonioso, correcto, desequilibrado
Açúcar: pastoso, meloso, untuoso, gordo, fundente
Acidez: muito verde, verde, acidulado, nervoso, vivo, fresco, redondo
Adstringência: adstringente, rascante, rude, taninoso, bem constituído
Álcool: falho, ligeiro, quente, generoso

Final de Boca: Muito curto, curto, longo, muito longo, persistente

Vinho - Consumo Otimo

Terminadas as fases dematuração e de envelhecimento, o vinho atinge o chamado periodo ótimo de consumo. Este pode manter-se durante um prazo mais ou menos alargado, desde que as condições de conservação sejam as mais adequadas. Durante esta fase, o vinho poderá manter as suas características ou, eventualmente, piorar. Mas, após este período, é certo que o vinho perderá qualidades, falando-se então, de um vinho decrépito. Não existe uma fórmula para determinar quanto tempo um vinho pode durar. No entanto, se se conhecerem as suas características, é mais fácil intuir o período durante o qual se poderão manter ou potenciar todas as suas virtudes.

Vinhos Jovens
Regra geral, este tipo de vinho, seja branco ou tinto, deve ser consumido até ao final do ano seguinte ao da vindima (colheira). Apesar disso, e se as caraterísticas do vinho forem adequadas, pode manter-se em boas condições durante mais algum tempo em garrafa. Mas, se pretende saborear um vinho jovem, o mais aconselhável é sempre ir buscar a colheita do ano imediatamente anterior. Assim, a colheita de 2008 dará vinhos jovens para consumir em 2009.

Vinhos tintos com estágio curto
Estes vinhos passaram por um curto período em madeira, pelo que, em geral, podem apresentar um período de consumo ótimo até cinco anos após a colheita, em função do tipo de estágio.

Vinhos tintos com estágio prolongado
Quanto mais longo for o período de estágio, mais alargado será o período ótimo de consumo, podendo prolongar-se até 15 anos após o ano de colheita.


Vinhos brancos com estágio prolongado
São vinhos a consumir pelo menos dois anos após o ano de colheita indicado no rótulo. O seu período ótimo dependerá das características desse estágio

Tejo - Valle Zangão Reg branco 2010

Valle Zangão Reg branco 2010

Enólogo: David Patricio, Tiago Alves

Castas: Fernão Pires

Caracteristicas:
Cor: Amarelo citrino, limpo e cristalino

Aroma: Frutos citrinos, ligeira lima, ameixa branca, notas vegetais, fresco

Sabor: Com boa acidez, bom corpo e volume, confirma o perfil aromático, termina longo e harmonioso

€ 3,40

Classificação: 16,0 Pts

Revista Paixão Pelo Vinho

Tejo - Vila Jardim tinto Escolha 2009

Vila Jardim tinto Escolha 2009

Enólogo: David Patricio, Tiago Alves

Castas: Aragonez, Merlot, Syrah

Caracttrísticas:
Cor: Rubi, limpo

Aroma: Discreto mas elegante, fruta preta madura, notas balsâmicas, ligeiro vegetal, notas de cedro, palha seca e subtil presença de especiarias

Sabor: Entra macio na boca, tem boa acidez, toque de torrefação (café), equilibrado, deixa um final longo e harmonioso

€ 8,00

Classificação: 16,3 Pts

Revista Paixão Pelo Vinho

Vital

Cor: branca
Outras designações: Boal-Bonifácio e Malvasia-Corada.
Regiões principais: Estremadura
Características: casta de vigor médio a forte e bom rendimento. Os bagos apresentam uma coloração verde-amarelada. Dá origem a vinhos brancos de graduação elevada.
Aromas: frutados (ananás, e citrinos), quando vindimada tardiamente, surgem aromas mais pesados, como mel e compotas.

Vinhão

Cor: tinta
Outras designações: Espadeiro-Preto, Negrão, Pé-de-Perdiz, Sousão, Tinta-Antiga, Tinta-de-Parada, Tinto, Tinto-Nacional
Regiões principais: Minho
Características: casta vigorosa, mas de rendimento médio. Os bagos apresentam uma coloração neggro-azulada e apolpa também é corada, pelo que é utilizada como casta tintureira. Dá origem a vinhos encorpados de forte coloração vermelho-granada.
Aromas: frutos silvestres (amora, framboesa).


Trincadeira

Cor: tinta
Outras designações: Castelão, Crato-Preto, Espadeiro, Folha-de-Abóbora, Mortágua, Negreda, Tinta-Amarela, Torneiro, Trincadeira-Preta.
Regiões principais: Alentejo e Ribatejo
Características: casta de vigor médio a forte e de rendimentoirregular. Os bagos apresentam uma coloração negro-azulada e amadurecem precocemente, pelo que a vindima não deve atrasar-se. É uma casta apta à produção de vinhos para estagiar em madeira de carvalho e tanto se presta a vinhos de lote como monocasta.
Aromas: frutados (amora, ameixa) e especiarias (pimenta), quando jovens, quando amadurecem, desenvolvem aromas de compotas.

Trajadura

Cor: branca
Outras designações: Mourisco, Trincadeira (Vinho Verde)
Regiões principais: Minho
Características: casta muito vigorosa e de rendimento elevado. Os bagos têm uma coloração verde-amarelada. Costuma usar-se para a produção de vinhos de lote, normalmente associada à casta Loureiro, sendo rara em vinhos monocasta.
Aromas: frutos maduros (maçã, pêssego e pêra)

Touriga Nacional

Cor: tinta
Outras designações: Azal-Espanhol, Preto-Mortágua
Regiões principais: Alentejo, Algarve, Beiras, Estremadura, Ribatejo, península de Setúbal e Trás-os-Montes
Características: casta muito vigorosa e de rendimento elevado. Os bagos têm uma coloração negro-azulada. Dá origem a vinhos aromáticos e ricos em matéria corante. Prestam-se em estágio em madeira de carvalho.
Aromas: frutados intensos (amora, mirtilo, abrunho), caruma de pinheiro e flores silvestres (rosmaninho). Com o estágio, ganham complexidade.

Touriga Franca

Cor: tinta
Outras designações: Touriga-Francesa
Regiões principais: Trás-os-Montes
Características: casta de vigor médio e rendimento razoável. Os bagos têm uma coloração negro-azulada e amadurecem precocemente, pelo que a vindima deve ser feita na altura adequada. Dá origem a vinhos encorpados e ricos em taninos. Pode ser usada para a produção de vinhos do Porto, mas para isso necessita de muito calor. Também é apta para vinhos de envelhecimento em garrafa.
Aromas: florais (rosas) por vezes frutados (amora). nos vinhos monocasta, é notório o aroma a frutos vermelhos e flores silvestres.

Tinta-Barroca

Cor: tinta
Outras designações: não tem
Regiões principais: Trás-os-Montes
Características: casta de vigor médio e rendimento elevado. Os bagos são negro-azulados e amadurecem precocemente, pelo que a vindima não deve atrasar-se. Permite obter vinhos encorpados, ricos em cor e de graduação elevada. É apta para a produção de vinhos de lote e para envelhecimento em garrafa.
Aromas: floral e adocicado, quando o vinho é produzido em zonas húmidas, frutos vermelhos (cereja, groselha, ginja, amora, framboesa) em zonas mais quentes.

sábado, abril 14, 2012

Setúbal - Casa Ermelinda Freitas

Casa Ermelinda Freitas Reg tinto 2009

Enólogo: Jaime Quendera

Castas: Touriga Nacional

Características:
Cor: Rubi denso, limpo

Aroma: Complexo, nariz com boas notas de frutos pretos maduros, bastante especiado, ligeiro vegetal, madeira bem integrada

Sabor: Na boca a madeira está mais presente deixando agradáveis notas de fumo, mantém o perfil especiado, tem taninos sedosos, bom corpo e bom volume, termina longo e harmonioso

€ 8,00

Classificação: 16,3 Pts

Revista Paixão Pelo Vinho

sexta-feira, abril 13, 2012

Conservar o vinho - Características favoráveis

Temperatura
O comportamento do vinho varia substancialmente conforme a temperatura a que é conservado. Se for demasiado baixa ( menos de 0º ), o vinho pode congelar. A temperaturas positivas até aos 10º, o envelhecimento é demasiado lento, enquanto acima dos 15º pode ser demasiado rápido. A temperatura mais favorável à sua conservação varia entre os 12º e 14º. No verão podem ser um pouco superiores, e no inverno um pouco inferiores, nunca variando mais de 4 º a 5º, a mais ou a menos. A temperautura constante também é um fator importante na conservação dos vinhos. Poderá colocar um ou mais termómetros, consoante a área do local, para controlar a temperatura.

Luz
Se o vinho não for guardado num local escuro, alguns dias de sol bastarão para o prejudicar irremediavelmente, sobretudo se as garrafas forem transparentes.

Vibrações
Para envelhecer bem, o vinho requer repouso absoluto. Isso significa que uma cave próxima de uma via de tráfego intenso pode não ser um local ideal para a sua conservação. Pela mesma razão, evite guarda-lo junto a um frigorífico ou de uma máquina de lavar.

Ventilação
É desejável evitar cheiros suscetíveis de alterar o sabor do vinho, mantendo o local de armazenagem  convenientemente arejado. por isso, é desaconselhável guardar químicos, tintas ou outros prudutos no mesmo local.

Humidade
A humidade relativa adequada à conservação do vinho é de cerca de 60%, mas pode subir até 75%, sem que os efeitos sejam muito negativos. Acima disso, existe o risco de formação de bolores, que podem danificar os rótulos e rolhas. Pode controlar facilmente os valores de humidade com um higrómetro. A humidade excessiva pode ser controlada espalhando areia no chão, pondo sal de cozinha num recipiente ou utilizando um desumificador. Deve evitar também valores muito baixos, pois as rolhas podem secar, o que permitiria uma certa evaporação do vinho.

Posição
Guarde as garrafas na posição horizontal. Uma garrafa deitada permite que o vinho embeba a rolha, melhorando a sua função e levando a que a quantidade de oxigénio que penetra na garrafa seja praticamente nula. Se assim não for, a rolha pode secar e encolher, permitindo a entrada de ar e consequentemente a oxidação do vinho, e mesmo a sua evaporação.

Conservar o vinho - espaço e local

Os vinhos sofrem várias alterações à medida que envelhecem. O modo como são guardados influencia de forma determinante, o seu desenvolvimento, tanto pela positiva como pela negativa. Após um envelhecimento mais ou menos prolongado, a cor, o aroma e o sabor modificam-se, em consequência de várias alterações que ocorrem nos componentes do vinho, como os ácidos e os taninos.
Nem todos os vinhos são bons para guardar. Por exemplo a maior parte dos vinhos verdes deve ser consumida até ao final do ano seguinte ao da colheita. Mas, seja qual for o caso, convém não esquecer que o local e a forma como as garrafas são armazenadas são fatores determinantes para assegurar uma conservação adequada e evitar surpresas na altura de consumir o vinho. Independentemente de ser um colecionador ou de querer apenas constituir uma pequena garrafeira, é importante pensar no espaço de armazenamento. Assim, sendo já conhecidas as características favoráveis à conservação do vinho, passa-se ao planeamento da garrafeira.
- Para melhor calcular as necessidadesde espaço, é importante considerar, em primeiro lugar, a quantidade de garrafas que pretende armazenar. Deve ter em conta não só os vinhos para consumir dia-a-dia, mas também as garrafas para oferta ou para ocasiões especiais.
- Seguidamente pense num local. Pode ser uma arrecadação ou parte de garagem, ou mesmo um canto da sala, desde que não apresentem temperaturas muito elevadas, nem variacões térmicas significativas. Se se tratar de uma divisão exclusivamente dedicada a esta finalidade, escolha um material para o chão que possa ser molhado, caso queira aumentar a humidade. Se preferir, há também garrafeiras climatizadas ( semelhantes a armários refrigerados ), próprios para guardar o vinho. Se bem que é uma solução mais dispendiosa e nem todos desempenham a sua bem a função, alguns produzem vibrações.
-O número de prateleiras deve ser calculado em função da quantidade de garrafas, mas convém deixar algum espaço disponivél para algumas ofertas ou compras de ocasião que possam surgir. De preferência instale-as numa parede virada a norte, os vinhos brancos na parte de baixo, pois trata-se normalmente da zona mais fresca. Os rótulos devem ser colocados para cima a fim de evitar rodar as garrafas. Pode também optar por colocar etiquetas.